Dia do médico

A arqueologia descobriu que os povos da antiguidade, como os egípcios, já realizavam operações complexas, fato que comprova grande desenvolvimento e inteligência desse povo. Este povo fez grandes avanços na medicina graças ao seu sofisticado processo de mumificação de corpos. Os mumificadores, ao abrirem os corpos dos faraós para retirar as entranhas, conseguiam muitas informações sobre a anatomia humana.

Sabe-se que os gregos foram os pioneiros no estudo dos sintomas das doenças. Eles tiveram como mestre Hipócrates (considerado até hoje o pai da medicina). Um outro povo que teve também um grande conhecedor da medicina foi o povo romano.

Na Idade Média, era comum que o médico procurasse curar praticamente todas as doenças utilizando o recurso da sangria. Este era feito, principalmente, com a utilização de sangue-sugas. Porém, neste período os conhecimentos avançaram pouco, pois havia uma forte influência da Igreja Católica que condenava as pesquisas científicas.

Contudo, no século XVII, William Harvey fez uma nova descoberta: o sistema circulatório do sangue. A partir daí, os homens passaram a compreender melhor aanatomia e a fisiologia.

No século XIX todo o conhecimento ficou mais apurado após a invenção do microscópio acromático. Com esta invenção, Louis Pasteur conseguiu um enorme avanço para medicina, ao descobrir que as bactérias são as responsáveis pela causa de grande parte das doenças.

Atualmente a medicina dispõe de inúmeras drogas capazes de curar, controlar e até mesmo de evitar inúmeras doenças. Aparelhos eletrônicos sofisticados são capazes de fazer um diagnóstico apurado, passando informações importantes sobre o paciente.

O dia 18 de outubro foi escolhido como “dia dos médicos” por ser o dia consagrado pela Igreja a São Lucas. Como se sabe, Lucas foi um dos quatro evangelistas do Novo Testamento.

Segundo a tradição, São Lucas era médico, além de pintor, músico e historiador, e teria estudado medicina em Antióquia. Possuindo maior conhecimento que os outros evangelistas.

Devemos muito aos médicos, em alguns casos nossa vida, portanto parabéns a estes nobres cidadãos. È uma pena que o serviço público de medicina seja tão precário, enquanto o preço cobrado por consultas particulares normalmente seja exorbitante para a maioria do povo.

Que bom se no serviço público tivéssemos médicos atendendo com calma a cada um dos pacientes, sem pressa ou desleixo e melhor ainda se a população tivesse dinheiro suficiente para comprar remédios e pagar consultas populares.

Como não dá, vamos assim mesmo, para nossa sorte ainda existem médicos como foi como o Dr. Chico, que nos deixou estes dias, médicos que pensam primeiro no ser humano, depois no dinheiro. São poucos, mas existem!

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