Charles Bakalarczyk
Dia 19 de novembro é o dia mundial pela prevenção da violência doméstica contra crianças e adolescentes.
“Não existe palmada light. De qualquer forma, bater é um desrespeito à criança. Se batemos em adulto é agressão, em cachorro, crueldade, em criança é educação?” – Maria Amélia Azevedo, psicóloga e fundadora do Laboratório de Estudos da Criança do Instituto de Psicologia da USP
A grande mídia empresarial (Globo, RBS, etc.), de forma açodada e sob o manto de uma suposta “neutralidade”, inaugurou verdadeira cruzada contra a proposta enviada pelo presidente Lula ao Congresso Nacional, que pretende alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente, estabelecendo o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso de castigos corporais ou de tratamento cruel ou degradante.
O que mais me impressionou foi a arregimentação, por parte dos veículos de comunicação, de “especialistas” capazes de justificarem teoricamente o emprego de castigos físicos em crianças, defendendo uma espécie de pedagogia da violência controlada (para educar, seja violento, mas controle-se na quantidade de brutalidade utilizada). Como pessoas que se apresentam como entendidos no assunto se dirigem aos meios de comunicação social para defender a violência doméstica, inclusive fazendo referência a experiências pessoais? Quer dizer que a procuradora de Justiça aposentada, Vera Lúcia de Sant’Anna Gomes, acusada de maus-tratos a uma menina de 2 anos, está certa no “método de educar”?
Até compreendo que inicialmente muitos pais se posicionem contrários à iniciativa, defendendo a “palmada educativa” (o que se trata de um eufemismo, não é mesmo? Não fica somente na palmada…). Afinal, ninguém se desprende imediatamente da ideologia predominante no meio em que se vive. E aqui no Brasil, o paradigma da violência sempre se impôs, tanto pela ação e omissão do Estado, como nas relações mantidas internamente pela própria sociedade. Frases prontas como “polícia eficiente é aquela que desce o cacete”, “bandido bom é bandido morte”, “o homem que é homem bate na mulher”, “mulher gosta de apanhar”, “em briga de marido e mulher niguém mete a colher”, “dá uns tapas que se acalma” etc. expressam essa “ode” à violência.
E a mídia faz o combate ao projeto que busca coibir uso de castigos corporais e tratamento cruel contra crianças resgatado espertamente esses valores conservadores de truculência, arraigados socialmente, angariando simpatias de pessoas que, inclusive, não são violentas, mas estão inseridas na cultura massificada do uso da força e da agressividade.
Nesse andar, a grande mídia negligencia a sua obrigação ética de – pela informação - revolucionar e fazer avançar costumes, com vistas à construção de uma sociedade mais democrática e menos violenta. Assume uma postura retrógrada, de agente da manutenção de uma superestrutura ideológica que impede o avanço civilizatório e a diminuição da violência.
Tenho para mim que espancar em uma criança, mesmo sob a justificativa de se estar educando, é um ato de covardia, uma desfaçatez. Se um cidadão agredir fisicamente outro, sofrerá um processo e aprisionamento, além da responsabilidade civil (pagar danos morais). Como então alguns consideram moralmente aceitável um adulto bater numa criança, com quem geralmente mantém vínculos afetivos e que se quer dispõe de porte físico para o exercício da legítima defesa?
Militar em favor da crença de que bater em pequenos é um ato ignóbil, inaceitável para padrões civilizatórios avançados, não remete à defesa de uma educação permissiva, liberal, do faça e deixe fazer. Crianças precisam de limites, isso é uma unanimidade entre educadores. Mas esses limites não podem ser fixados por atos violentos. A prática de bater nos filhos somente se presta para ensinar às vítimas que a violência, a dor e o sofrimento são naturais e que contra essas ações nada se pode fazer. Ou seja, “educa-se” indivíduos que assimilam a violência como algo inevitável (um mal necessário) e, exatamente por isso, esses “educandos” reproduzem (ou simplesmente aceitam) essa violência em seu meio, num insuperável círculo vicioso.
Lembro que países como Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia e Áustria já aprovaram, há anos, leis específicas proibindo toda e qualquer punição física sobre as crianças. Como é de conhecimento geral, nesses paises a violência é decrescente, residual, o que demonstra que boa educação das crianças não é sinônimo de imposição de sofrimentos físicos por parte de pais e educadores.
É muito comum ver na mídia a condenação de práticas que causam dor ou sofrimento físico a animais. Tem até lei proibindo. Mas se é condenável causar dor num animal, como considerar razoável espancar uma criança? Cavalos e cachorros devem receber mais proteção do Estado do que uma criança?
Quando o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) foi criado há vinte anos, inspirado na Convenção Internacional dos Direitos da Criança de 1989, reações enérgicas tiveram curso. Passados vinte anos, o ECA é festejado como uma legislação protetiva avançada, além ser um instrumento permanente de reflexão sobre as condições em que vivem nossas crianças e adolescentes, principalmente aquelas que sofrem as conseqüências da exclusão social e econômica, e sobre a ação do Estado para proteger essas crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.
Quiçá, passadas mais duas décadas, os brasileiros estarão comemorando o banimento das punições físicas impostas aos pequenos. Afinal, o mundo é uma roda que gira, mesmo que alguns não compreendam esse movimento.
Abaixo, o projeto de lei em debate, criticado por muitos e lido por quase ninguém.
Projeto de Lei
Altera a Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, para estabelecer o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso de castigos corporais ou de tratamento cruel ou degradante.
Art. 1o A Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990, passa a vigorar acrescida dos seguintes artigos:
“Art. 17-A. A criança e o adolescente têm o direito de serem educados e cuidados pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar, tratar, educar ou vigiar, sem o uso de castigo corporal ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação, ou qualquer outro pretexto.
Parágrafo único. Para os efeitos desta Lei, considera-se:
I – castigo corporal: ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente.
II – tratamento cruel ou degradante: conduta que humilhe, ameace gravemente ou ridicularize a criança ou o adolescente.
Art. 17-B. Os pais, integrantes da família ampliada, responsáveis ou qualquer outra pessoa encarregada de cuidar, tratar, educar ou vigiar crianças e adolescentes que utilizarem castigo corporal ou tratamento cruel ou degradante como formas de correção, disciplina, educação, ou a qualquer outro pretexto estarão sujeitos às medidas previstas no art. 129, incisos I, III, IV, VI e VII, desta Lei, sem prejuízo de outras sanções cabíveis.” (NR)
“Art. 70-A. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios atuarão de forma articulada na elaboração de políticas públicas e execução de ações destinadas a coibir o uso de castigos corporais e de tratamento cruel, tendo como principais ações:
I – a promoção e a realização de campanhas educativas e a divulgação desta Lei e dos instrumentos de proteção aos direitos humanos;
II – a inclusão nos currículos escolares, em todos os níveis de ensino, de conteúdos relativos aos direitos humanos e prevenção de todas as formas de violência contra a criança e o adolescente;
III – a integração com os órgãos do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública, do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente nos Estados, Distrito Federal e nos Municípios, Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente, e entidades não governamentais;
IV – a formação continuada dos profissionais que atuem na promoção dos direitos de crianças e adolescentes;e
V – o apoio e incentivo às práticas de resolução pacífica de conflitos que envolvam violência contra criança e adolescente.” (NR)
Art. 2o O art. 130 da Lei no 8.069, de 1990, passa a vigorar acrescido do seguinte parágrafo:
“Parágrafo único. A medida cautelar prevista no caput poderá ser aplicada ainda no caso de descumprimento reiterado das medidas impostas nos termos do art. 17-B.” (NR)
Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Imagem retirada do seguinte endereço: http://parasophiaparaluzia.blogspot.com/2009/10/mordidas-inocentes-e-de-um-inocente.html
Popularity: 3% [?]






























Um cavalo quando cresse pode tornar-se no maximo, um cavalo…
Experiencia cientifica: um rato, dois tubos para o mesmo queijo, um curto q da choque, e um longo, o rato depois de alguns choques aprende a só usar o longo, sem choque, para chegar a refeição. Fato, a dor encina! E isso não vai mudar.
Desculpe se estourei a bolha de alguem com o espinho da realidade dos SERES VIVOS.
Vote!
0
0
O filho é o reflexo do pai, se o pai der uma “tunda de pau” no filho mesmo que com razão ele vai chegar à escola e vai dar uma “tunda de pau” no colega para descarregar sua raiva.
Vote!
0
0
Como bem sabes, São Paulo escreveu o texto inspirado pelo Espírito Santo, uma das 3 entidades, que na verdade são apenas 1, junto com o pai e o FILHO….
Logo, foi o filho SIM quem escreveu!!!!!!
Vote!
0
0
Só um lembrete:
I Coríntios é a primeira epístola do apóstolo Paulo à igreja em Corinto. Então foi Paulo – e não Cristo ou Deus, quem afirmou “Comei de tudo quanto se vende no açougue, sem perguntar nada, por causa da consciência”.
Vote!
0
0
Caro Jorge Augusto:
Supondo-se que a Bíblia é a palavra de Deus, então o que está em Deuteronômio também se trata da palavra de Deus e não dos homens. Caso contrário, estar-se-ia admitindo que nem tudo o que está na Bíblia é o verbo do Senhor.
Se Cristo revogou as normas contidas em Deuteronômio (que integra o Pentateuco, não se esqueça!), também o fez em relação aos Provérbios (de Salomão). Pensar diferente seria de uma incoerência pueril. Não é razoável selecionar algumas normas do Antigo Testamento e justificar uma linha de conduta ou ideologia para logo ali adiante, quando deparando com um preceito do mesmo Antigo Testamento que não convém, dizer que Cristo o revogou.
De qualquer maneira, se agora os cristãos podem comer carnes antes consideradas imundas, também podem criar seus filhos sem “castigar com vara”, até porque não se ama o próximo impondo-lhe humilhação, sofrimento e dor.
Cristo disse:
“Misericórdia quero, e não sacrifício, não condenaríeis os inocentes” (Mateus, capítulo 12, versículo 7)
“E traziam-lhe meninos para que lhes tocasse, mas os discípulos repreendiam aos que lhos traziam.
Jesus, porém, vendo isto, indignou-se, e disse-lhes: Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus.
Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele.
E, tomando-os nos seus braços, e impondo-lhes as mãos, os abençoou”(Marcos, capítulo 10, versiculos 13 a 16, também em Lucas, capítulo 18, versículos 15 a 17 e Mateus capítulo 19, versículos 13 e 14)
Por isso, o cristão deve ser misericordioso com seus filhos, não lhe inpondo sacrifícios, sempre lembrando que aquele adulto que não receber o reino de Deus como um menino nele não entrará.
Vote!
0
0
Fulano de tal, Hitler não era militar. Churchill sim. Mas concordo que deveríamos ter “especialistas” em determinados cargos, com formação diferenciada.
Exemplificando: já tivemos presidente da república médico, advogado, jornalista, sociólogo, jornalista e até, metalúrgico….
Faltam estadistas de verdade!
A liderança não se aprende sonhando, na fantasia. Mas precisa da perfeita união da experiência e da competência!
Vote!
0
0
Como disse Beethoven: “A única forma de ensinar uma criança a amar é amando-a”. Uma palmadinha é um corretivo sim. Dói muito mais no pai do que na criança. Ainda bem que apanhei do meu pai quando minha conduta pendia para o caminho não reto. Estas palmadinhas, junto com a conversa de pai e filho, pouparam muitas dores de cabeça ao meu pai.
Esta medida é coisa de teórico! Mais um monstro sendo alimentado por advogados caça-níqueis, que querem penalizar palmadinhas, mas que brigam para descriminalizar as drogas, os movimentos baderneiros, etc…
Sofrível!
Vote!
0
0
Caro amigo Charles.
No antigo testamento Deus deu para o homem dez mandamentos,(Exodo 20; 1á17).
“Fala a toda a congregação dos filhos de Israel e dize_lhe: Santos sereis, porque eu,o Senhor, vosso Deus, sou Santo.”(Levítico 19,21).
o homem pegou os dez mandamentos etransformou em 613 leis, e uma dessas leis era não comer carne de porco, coelho,peixe com barbadanas e escamas,o homem queria santificar-se atrav´z da lei mas não conseguia cumprir com a lei, mas Jesus veio aa terra e cumpriou com todas as leis.
Hoje já no novo testamento pela graça de Deus, o homem é santificado por Deus, diferante do antigo testamento que o homem procurava santificar-se pelas leís.
“Comei de tudo quanto se vende no açougue, sem perguntar nada, por causa da consciência.POrque a terra é do Senhor e toda a sua plenitude.”(1Corintios 10; 25,26).
Pelo amor que Deus tem pelas nossas vidas, hoje Ele nós da dois grandes mandamentos para cumprir.
“E um deles,doutor da lei, interrou-o para experimentar, dizendo:
Mestre, qual é o grande mandamento na lei?
E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração,e de toda a tua alma,e de todo o teu pensamento.
Este é o primeiro e grande mandamento.
E o segundo semelhante a este, é,Amarás o teu proximo como a timesmo.
Destes dois mandamentos depende toda a lei e os profetas.” (Mateus 22;34á40)
Hoje Deus nõa nos pede sagrificios, nem animais, ele a pede um coração puro, limpo sem magóas, recentimentos, que não sejamos orgulhosos, um coração capaz de perdoar e amar verdadeiramente, sem interesses, um amor verdadeiro um pelos outros,sem julgar ou criticar uns aos outros.
Vote!
0
0
Presado Sr:Charles é com muito amor no coração que me dirijo a vossa pessoa no antigo testamento Deus deu para o homen os dez mandamentos.
Deus disse para o povo ser santo porque eu sou santo ai o homen pegou os dez mandamentos e transformou em seissentos e treze leis por isso que o homen determinou se o homen comprisse com as leis iriam ser santificar e a leis de não comer carne de porco, coelhos, etcs iriam se santificar
Porque esses animais no velho testamento erão considerados imundos
Po isso que era impossivel o homen cumpri com todas as leis do velho testamente somente um cumpriu com todas elas que foi Jesus Cristo
No novo testamento pela graça de Deus quem santifica o homen é Deus. Deus disse para o homen:
-Comei de tudo quando se vende no açougue sem perguntar nada por causa da conciencia porque a terra é do senhor e toda a sua plenitude(1cor 10:25,26)
Caro amigo é com imensa satisfação que eu tenho em comunicar que Deus hoje da liberdade para todos.
Hoje Deus não quer mais sacrificios porque todo o sacrificio Jesus Cristo pagou por nós na cruz foi para a liberdade que Jesus nos libertou somos todos livres em Cristo Jesus hoje Deus procura de nós todos um coração puro sincero humilde com muito amor há Deus e a seu proximo
Esses dois mandamentos se cumprem todas as leis amar a Deus e a seu proximo commo assim mesmo
Um abraço!
Vote!
0
0
Prezado Jorge Augusto:
E tem mais essa aqui:
“Ao fim dos sete anos farás remissão.
Este, pois, é o modo da remissão: todo o credor remitirá o que emprestou ao seu próximo; não o exigirá do seu próximo ou do seu irmão, pois a remissão do SENHOR é apregoada” (Deuteronômio cap 15, vers. 1-2).
Ou seja, Deus determinou que os fiéis perdoem as dívidas de uns com os outros de sete em sete anos!
Vote!
0
0
Prezado Jorge Augusto:
Diz a Bíblia, no Livro de Deuteronômio cap. 14, vers. 4/10:
“Estes são os animais que comereis: o boi, a ovelha, e a cabra.
O veado e a corça, e o búfalo, e a cabra montês, e o texugo, e a camurça, e o gamo.
Todo o animal que tem unhas fendidas, divididas em duas, que rumina, entre os animais, aquilo comereis.
Porém estes não comereis, dos que somente ruminam, ou que têm a unha fendida: o camelo, e a lebre, e o coelho, porque ruminam mas não têm a unha fendida; imundos vos serão.
Nem o porco, porque tem unha fendida, mas não rumina; imundo vos será; não comereis da carne destes, e não tocareis nos seus cadáveres.
Isto comereis de tudo o que há nas águas; tudo o que tem barbatanas e escamas comereis.
Mas tudo o que não tiver barbatanas nem escamas não o comereis; imundo vos será”.
Significa dizer que nenhum crente no Deus do Antigo Testamento (judeus e cristãos, v.g.) deve comer carne de porco ou lebre, consideradas imundas por Jeová (pelo critério “objetivo” de porcos terem unhas fendidas e não ruminarem, e de lebres ruminarem e não possuírem unhas fendidas). Também não é biblicamente lícito se alimentar de peixes sem escamas (como por exemplo: anchova, atum, bacalhau, bagre, garoupa, linguado, corvina, merluza, pintado, salmão, etc.)
Ocorre que conheço uma penca de cristãos que comem carne de porco, de lebre e de peixes sem escamas.
Então se há cristãos que comem carne de porco, de lebre e de peixes sem escamas mesmo contrariando a vontade da palavra de Deus, certamente também serão por ele perdoados caso não imponham castigos físicos aos seus filhos.
Ou será que Deus, no Juízo Final, dará mais importância à violência doméstica do que à gastronomia?
Vote!
0
0
…O certo é que estamos criando uma geração de jovens sem limites, onde os pais não tem mais controle sobre seus filhos, e o Estado nao dá o suporte para que esses jovens seja responsabilizados pelos seus erros. Nao há correção de atitudes, e nem socialização caso freqüente algum tipo de grupo de ajuda. Talvez por isso SLG tenha tantos usuarios de crack, ladrões mirim etc. E isso se dá pela falta de punição, pela certeza da impunidade e pela falta de limites imposta pelos pais e pelo Estado.
Vote!
0
0
Não evite disciplinar a criança; se você a castigar com vara, ela não morrerá.castique-a, você mesmo,com vara, e assim a livrará de ser um bandido,ladrão, drogado,prostituta,homecida…(Provérbios 23;13,14).
Esta é a palavra que Deus determinou para todos os pais na face da terra.
“Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão.”(Mateus 24;35). palavra de Deus para as nossas vidas; Que Deus abençõe a todos em nome de JESUS CRISTO.
Vote!
0
0
Com certeza o Eliseu comentou na página errada!
Quanto as palmadas, acredito que é preciso reeducar o povo, nunca imaginei que uma medida de proteção à criança, no meu entedimento seres indefesos, fosse causar tanta polêmica.Tenho dois filhos e não quero educá-los como eu fui educada,meus pais não tinham informação batiam porque não conheciam outra forma de educar, eu conheço e não me permito reproduzir uma educação de 30 anos atrás. E o que pode fazer um ser tão pequeno contra um adulto? È só ter paciência que eles não precisam apanhar.Se amamos tanto nossos filhos para que faze-los sentir dor realmente não da pra entender.
Vote!
0
0
Não cabe ficar perdendo tempo pra vem quem é o mais hábil ou não, o que cabe nesse momento é estudar de forma criteriosa o caso e colocar algum projeto exequível em prática. Que grande benefício ficar aqui perdendo tempo com algo “mostra o seu, que eu mostro meu”… O que fazer com as pessoas que perdem seus entes queridos, de forma extremamente violenta? Pois o que vemos atualmente que a vida de uma pessoa não vale nada; ou melhor, segundo o julgamento realizado recentemente aqui nesta cidade, dois salários-mínimos… Você acha justo? Não dá pra, acredito eu, políticas humanistas em tempo de barvárie como o que vivemos agora. Volto a dizer, não sou, como alguns afirmam, direitista, reacionário e golpista, mas sou a voz da classe média disprestigiada, massacrada por impostos e atemorizada com a situação atual… Nós, como sociedade, não sabemos a mais quem chorar nossas lamúrias, nossas quirelas… Quantos casos se ouvem na cidade de furtos, roubos e violência? E pergunto, há solução a curto prazo? Há solução a curto prazo para a família que teve seu familiar morto no meio de um bailão? Nada justifica uma morte dessas!!! É estranho, mas não há pra quem correr! Fico assustado… Pois, há, o senhor, de convir que, neste momento, não há um plano efetivo e de longo prazo para a educação, para a capitalização de “cérebros”, de fomento à tecnologia… …de formação profissional! Porém, o que vemos são os “presidenciáveis” gritarem aos quatro cantos de toda a terra de que serão mantidos os “Bolsas” e ampliados!! Já pago quatro meses de salário para os “Bolsas”, QUANDO ISSO VAI PARAR!!! Não sou dono da verdade, muito pelo contrário, cada vezmais aprendo com cada opinião postada aqui; entretanto, me sinto à vontade para dizer coisas que eu vejo que são paupáveis e estão ao meu alcance… Acredito, ao menos não neste momento, que não seja viável esse tipo de intervenção em nossas famílias, pois o que fazer com o jovem que bate na mãe e nos avós para pegar dinheiro com drogas? Com aquele que, por natureza, é violenta e dá demonstrações gratuitas cotidianamente? Como pai, me sinto acuado, particularmente… Mas, como digo, apenas expressei aminha opinião. Agora, se não há validade nisso tudo que eu disse, paciência… Reconheço que me manifestei como advogado do diabo, mas com o único intuito de despertar em outros leitores mais uma versão dos fatos…
Vote!
0
0
Parabéns pelo seu trabalho. Leio sempre suas colunas apesar de não comentar frequentemente, seus assuntos nos fazem refletir a respeito de nosso dia a dia. Um abraço.
Vote!
0
0
Caro Fulano de Tal:
Pelo que sei o “militar” e “especialista” em segurança pública (os judeus e outros grupos vítimas do holocausto que o digam) referido por ti, o Adolf Hitler, não foi um “líder” que administrou uma crise/guerra mundial. Foi ele quem atirou a Alemanha naquela loucura. Certamente um homem com boa formação acadêmica ou pelo menos com bom senso não agiria de forma tão irresponsável e violenta.
Bom, numa coisa sou forçado a concordar contigo: FHC ou Lula jamais conduziriam o Brasil para uma guerra como Hitler fez com a Alemanha nazista. Ainda bem.
Achei no mínimo curiosa a tua tese de criminologia: crianças que não sofrem castigos físicos se tornam homicidas! Já que tu és tão cioso em relação ao “conhecimento de causa”, então por obséquio decline a bibliografia da tua pesquisa.
Vote!
0
0
E mais uma vez insisto, que a Segurança Pública desse país fique a cargo de pessoas com conhecimento de causa e não de especuladores! ou Sociologia e Jornalismo abrem portas para a perfeição? Pergunot se, em momentos de crise,houve algum líder de nação sociólogo ou jornalista. Na 2a. Grande Guerra havia Churchill e Hitler, ambos militares… Agora, nos momentos de calamaria, FHC e Lulinha Paz e Amor! Tá de brincadeira, não?
Vote!
0
0
Quando um de seus XXXXX tiver uma morte violenta decorrente desses “jovens do futuro-sem palmadas” busque a justiça no estrito cumprimento da lei. Justifique isso aos pais de Eliza Samúdio e Mércia Nakashima.
Vote!
0
0
Prezado Fulano de Tal:
Para mim, autoridade não é sinônimo de violência. Os humanos não agem moralmente quando são coagidos. O ato moral é uma escolha, cujo pressuposto é a liberdade (sem condicionantes externos, somente a lei interna, o imperativo categórico), já dizia o filósofo Immanuel Kant.
Também não posso concordar contigo quando afirma que “Estado, (…) delega o exercício da violência a seus órgãos de segurança pública”.
A máxima “o Estado detém o monopólio da violência”, conquista das sociedades contemporâneas, não indica que o Poder Público deve agir necessariamente de forma violenta, mas que “o poder de coerção deixa de ser praticado indiscriminadamente por indivíduos, segundo suas idiossincrasias, e passa a ser tutelado pelo Estado, que detém o monopólio da força policial”, conforme concepção do sociólogo Max Weber. Assim, a função do Estado é exatamente coibir a violência (segurança pública é exatamente para isso: dar segurança às pessoas), inclusive entre pais e filhos.
Sobre crianças e adolescentes em conflito com a lei, desconheço qualquer estudo que afirme uma relação (nexo causal) entre a diminuição de castigos físicos e o crescimento de ocorrências.
Vote!
0
0
Deixo uma pergunta, pois o que é possível observar é que o assunto ainda é visto com superficialidade e não na sua plenitude, já que, em algumas ocasiões (quando não é na grande maioria), a criança, por desconhecimento ou por não considerar-se integrada numa sociedade mais ampla do que a sua família (talvez, por conta de sua imaturidade,uma falta de autodeterminação), responde, quando frustrada no seu intento, com violência. Há algum tempo, um importante noticiário dominical apresentou uma série, produzida em países desenvolvidos, sobre a violência doméstica produzida pelos “anjinhos” de lá. Agressões verbais e FÍSICAS aos pais, demonstrando, ao menos, que nesses países a “célula mater” da sociedade anda em franca decadência. Passando a uma observação mais criteriosa do programa, observamos que os pais queriam tão somente que seus filhos tivessem responsabilidade, maturidade e outros valores passados por seus antecedentes. Mas não, a palavra de ordem era drogas, bakadas e internet às custas de seus genitores. Costuma-se dizer que quando alguém deixa de apanhar de seus pais, apanha da “vida”. Pois o Estado, que visa o bem comum, não pode permitir exageros e desmandos de uma pessoa que nunca entendeu o significado da palavra autoridade… Ele, Estado, que delega o exercício da violência a seus órgãos de segurança pública (NO ESTRITO CUMPRIMENTO DA LEI!), não permtirá os arroubos e inconsequências cometidos por estes jovens que, quando houve a oportunidade de educar, lhes foi negado o que é devido. A questão não é meramente de se legislar, envolve política de educação, estudo do comportamento dessa fase da vida, etc. Não é meramente gerar violência… não há êxito do policiamento comunitário em áreas conflagradas como em algumas comunidades do Rio de Janeiro, assim como também não é possível criar um Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Rio de Janeiro em Bossoroca! É necessário proporcionalidade! Cabe a Justiça, creio eu, ater-se aos casos de flagrante exagero… Até quando permitiremos sociólogos, que por conta de questões pessoais deixaram de entrar nesse estranho e misterioso universo que são os filhos, determinar o que é correto ou não em casos de nossa intimidade da vida privada ou em quastões de segurança pública, parecendo mais uma Miss Universo clamando pela Paz Mundial? Não precisamos de observadores especialistas em “Ponta de Icebergs”, precisamos de trabalhos multidisciplinares, sérios e mais objetivos!
Vote!
0
0
Será que o Eliseu fez o comentário no lugar errado? (risos)
Vote!
0
0
eu estou indignado, com o desrespeito com a estatua de um artista de renome que deixou muita saudade e deixou obras que jamais o povo gaucho vai esquecer,o que entristece que fazem um monumento, que é um ponto turistico para são luis, e o poder publico iguinora, não deu o minimo, pela importacia que o artista tem pra nossa terra, lamentavel os turistas nos questionam essa municipal é contra ????????????
Vote!
0
0