por Ricardo Bernardo
Um dos principais fatores para conquistar um cliente é atendê-lo bem, pois quem é bem atendido sempre vai voltar, e o melhor, irá gastar! Mas parece que nem todos os estabelecimentos comerciais de São Luiz Gonzaga pensam assim, porque alguns deixam a desejar na qualidade do atendimento ao público.
É corriqueiro chegar a lojas onde os funcionários não demonstram nenhum interesse em bem servir as pessoas, deixando de fazer seus serviços como deveriam. Outros, por mais que tentem ser simpáticos e agradáveis, não conseguem esconder a insatisfação de estar ali desempenhando aquela função. E para piorar, atendem com uma má vontade, como se estivessem convidando o cliente a se retirar e nunca mais retornar. Felizmente existem as exceções.
De quem é a culpa por isso? Dos funcionários que não gostam de suas atividades ou dos patrões, que pagam pouco e consequentemente desestimulam seus trabalhadores? Algumas empresas não oferecem salário aos empregados, mas apenas comissões e metas que devem seguir.
Lembro dos tempos de faculdade, onde certo colega trabalhava em uma conceituada rede que estipulava como meta mensal de vendas R$ 70 mil para cada um dos seus funcionários. Mas em caso de não conseguirem alcançá-la, eles serão classificados como incompetentes e o único destino será a demissão?
Assim, as relações entre patrões e empregados precisam mudar urgentemente, pois quem sai perdendo são os próprios empreendedores. Enquanto alguns querem somente lucrar sem gastar, ou então deixam de investir em qualificação de seus profissionais, a concorrência agradece.
Quando não sou bem atendido em algum lugar, jamais regresso, além de não recomendá-lo. Certa vez fiquei mais de meia hora aguardando atendimento em um estabelecimento. Cansei e resolvi ir a outro, no qual fui muito bem recebido e acabei me tornando cliente. Isso que não era final de ano ou véspera de alguma data festiva, períodos que geralmente o fluxo de vendas é mais intenso.
Sair para comprar um produto ou então pesquisar preços é uma tarefa que além de exigir tempo, requer muita paciência. Como já foi comentado por um internauta, o cliente é o maior patrimônio de uma empresa. Só falta certos comerciantes pensarem dessa mesma maneira.
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Boa mesmo é a RGE, que nos últimos dias tem nos deixado por vários momentos sem energia elétrica. Há tempos isso não acontecia. Como clientes, não temos como não entrar nessa “loja” e desistir dos seus produtos, já que é a única da área…!
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Caro, Ricardo.Parabéns pela iniciativa de contemplar em sua coluna um tema que de certa forma é peculiar às sociedades capitalistas. Acredito que inúmeras são as causas q demandam a temática abordada. No entanto,um dos fatores determinantes para a causa em questão,está associado aos conceitos preestabelecidos de uma sociedade consumista,porém preconceituosa.Pois,dependendo da roupa que usas,do carro que diriges, do modelo de celular que é apresentado em determinados estabelecimentos comerciais, decorre a forma de atendimento. ISSO NAOPODE MAIS OCORRER!!!
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Meus amigos, essa questão aqui levantada pode ser debatida sob vários aspectos.
Ser bem atendido é um direito de todo e qualquer consumidor,isso é indiscutível. E qual a causa do mal atendimento por parte dos funcionários?
Acredito que a resposta não seja somente baixos salários, como comentou um internauta. As pessoas gostam de trabalhar em empresas que cultivam um bom ambiente de trabalho, com um bom relacionamento entre os colegas e onde existam possibilidades reais de crescimento profissional. A verdade é que a maioria das empresas locais são de pequeno porte e assim, por mais talentoso e preparado que seja o profissional, não há espaço para desenvolvimento de carreiras. Isso é desmotivador.
As empresas locais não costumam contratar profissionais adequados para gerencia-las (leia-se Administradores de Empresas). Aqui prevalece a regra do QI ( Quem Indica) em detrimento à análise curricular.E assim, pessoas despreparadas estão ocupando cargos de chefia. O resultado dessa prática, vocês já conhecem.
Ao mesmo tempo, seria muito bom para nossa cidade se grandes empresas se intalassem aqui , gerando mais empregos e trazendo mais desenvolvimento e modernidade. Fala-se que o comércio de São Luiz é um comércio forte, mas como já disse a maioria das empresas locais são empresas pequenas e/ou familiares, onde o atendimento é realizado pelo propietário, ou ás vezes por um único funcionário. Não estou tirando o mérito dessas empresas. Pelo contrário, sou um incentivador dessas pequenas iniciativas empreendedoras, mas em uma cidade pequena como a nossa, uma organização de grande porte faria toda a diferença.
Será que os nossos governantes são a favor desta idéia?
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bem lembrado desse detalhe,pedro..principalmente se nota em caso de telefones,pcs,notebooks,filmadoras,máquinas digitais e coisas assim..
e,tu acaba comprando meio que no “vou levar e vêr o que faz”…sksksksk
(risos)..ou então,se tem tempo e paciência acaba lendo você mesmo o manual de instrução na loja mesmo,antes de comprar..he,he..
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Bah, esqueci de nominar também as revendas de carros e as lojinhas de informatica, sem contar as redes. É de perguntar de onde sai la plata,
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É vero, aconteceu lá no sertão. O vendedor de pastel, em uma cancha de bocha, grita prá muié; Pare de fritar, não adianta eles comem tudo. Mas agora é serio. Não acho que seja pra tanto, cair em cima do humilde operario do comercio. Melhorar é preciso (perciso como dizem na costa do Uruguai) dia a dia, sim a qualificação. Acho que casos de mau atendimento seja pequeno, senão o comercio estaria com las puertas cerradas. E outra nosso povo é educado, ainda dá buenos dias e aperta a sua mão, muitas vezes no velho estilo bem missioneiro. Concordo que os preços são abusivos se compararmos com outras cidades de porte maior, mas ai até acho que seja por excesso de concorrencia; O que tem de mercado e de farmacias é coisa de outro mundo. Chegam ter filiais na mesma quadra. Diluem as vendas logo… O que faz falta mesmo é industrias de transformação e uma produção diversificada que agregue renda.
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Olha, do atendimento dos comerciários em não posso reclamar. Me considerei sempre bem atendido, com um ou outra exceção (o que confirma a regra).
Penso que o comerciário e o cimprador devem ter uma relação equilibrada. Nenhum é superior ao outro, são dois seres humanos que estão alí, um querendo comprar, o outro querendo vender.
Minha desconformidade é com o preço dos produtos, uns dos mais caros da região!
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Outra questão é a desqualificação de quem trabalha.
É comum chegar numa loja e o vendedor não saber absolutamente nada sobre o produto que está vendendo.
O único argumento que a maioria usa é “Está vendendo bem”.
Aí fica brabo.
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e,existe também,e muito em são luiz,empresários que não obedecem as leis trabalhistas vigentes no país,não assinando carteira,não pagando o salário mínimo,não pagando horas extras,etc..etc..e ainda assediando funcionárias nos locais de trabalho..existe mais do que imaginamos aqui em são luiz..
e,existe o fato desses(as) funcionários(as) não denunciarem esses fatos/abusos,pois sabem que emprego em são luiz é algo realmente escasso..
é só vêr os dados,onde os jovens em idade p/trabalhar estão cada vez mais indo embora(sem ter opção) de são luiz p/poderem trabalhar,e quando possível a familia do jovem,para não ficar longe do mesmo,vende ou mesmo abandona o que tem em são luiz e vai embora também..lamentável..pois não se incentiva a vinda de indústrias/empresas aqui no nosso municipio,é uma que outra que consegue se estabelecer aqui,e isso sem muitos ou nada de incentivos..
então,gera essa insatisfação também por parte dos funcionários,muitas vezes trabalhando com maus salários,sofrendo abusos e isso reflete negativamente no atendimento..
deveria haver uma maior fiscalização do ministério do trabalho e orgãos responsáveis aos documentos/cadastros,etc..das empresas de nossa cidade..e mesmo nas lojas pequenas e ditas “familiares”,onde se tem um ou dois funcionários,sem registro,sem direitos e sem ter como eles mesmo denunciarem,ficando assim “marcados” no comércio local como maus funcionários e dificilmente conseguindo nova colocação no mercado local…
e,aos politicos locais,em vez de gastarem tempo em denuncias,processos e coisas sem fundamento,gastem seu tempo em projetos prá gerar novos empregos,cursos,etc..que é o que a comunidade local,principalmente os jovens de são luiz precisam..
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Parabens pela matéria Ricardo, estava faltando alguem colocar em pauta essa questão, realmente isso acontece e nos deixa chateados… ou mal atendimento ou poucas pessoas para atender…e muitas vezes privilégios para alguns… acredito que não existe uma perfeição no setor de serviços mas temos que buscar o melhor em todas as atividades que vamos desenvolver…
abraços…
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Estou em São Luiz há 8 anos e posso dizer que o mau atendimento, infelizmente, é uma característica do comércio local. Costumo dizer que, em São Luiz, o cliente tem que se esforçar muito para comprar alguma coisa. Há exceções, claro. Mas a regra é essa. Nesse feriadão, meu pai veio visitar-me e ficou apavorado com o mau atendimento em uma farmácia. Foi em outra e foi bem atendido. Acho que é por aí, se passarmos a não voltar mais nos lugares em que formos mau atendidos, a seleção natural (concorrência) vai se encarregar de deixar só os melhores prosseguirem. Os piores perecerão, naturalmente.
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… E por que não, também, um SEBRAE? Afinal de contas, um pouco de visão empreendedora, em todos os níveis de nossa sociedade, não faz mal a ninguém…
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Mas o que fazer diante da ínfima oportunidade de prestadores de serviço desta cidade? Parcela da responsabilidade, mesmo que pequena, é do Poder Municipal de São Luiz Gonzaga, por não ter habilidade ou capital político para captação de recursos e investimentos nesta cidade. Provavelmente, um gerente, ou até mesmo proprietário de um estabelecimento, sugere um processo ao seu cliente, fica patente a certeza de que, caso o cliente deixe de negociar os serviços prestados por aquele estabelecimento, não há outro lugar que possa oferecer uma provável concorrência… Os mercados desta cidade praticam preços abusivos e, na primeira oportunidade em que uma grande rede manisfestou interesse em consolidar seus negócios por aqui, rapidamente, foram realizadas “gestões” para que a referida rede não desse início a uma “concorrência desleal”. Onde está o governo municipal que deixou isso passar? A questão não deve terminar única e exclusivamente no PROCON, há outros fatores que implicam nesse cenário dantesco que conhecemos… Tem-se a nítida impressão que vivemos numa “bolha conercial” e que somos obrigados a viver a mercê de pessoas nem um pouco compromentidas com a clientela em geral. Quanto aos baixos salários ou comissões a que são submetidos os vendedores, é a velha história da “lei da oferta e da procura”, havendo pouca qualificação para o serviço, naturalmente os valores pela força de traballho envolvida é deteriorado… Para tanto,mais uma vez “passo a bola” para o Poder Público para encontrar meios de trazer para estas bandas, escolas profissionalizantes, pois lucra a sociedade em geral com a qualidade do serviço prestado e os donos de empresa, consequentemente….
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a culpa também é do cliente pela CONTINUIDADE do mal atendimento,pois se cada um que fosse mal atendido reclamasse ao gerente do estabelecimento,fornecendo o nome do atendente e o motivo pelo qual se sentiu mal atendido a situação melhoraria..
o problema mesmo é quando o proprietário em questão ou mesmo o gerente oferece um atendimento péssimo,como é o caso de alguns estabelecimentos locais..aí se reclama aonde????existe algum local,além do procom onde se possa reclamar?????tipo,não reclamar por defeitos em aparelhos,ou prazo de entrega,e sim na falta de educação e desrespeito no atendimento mesmo???
se existir um local aqui em são luiz,por favor me informem,pois,quando sou bem atendida eu divulgo e recomendo e quando sou mal atendida gosto de tomar providências idênticas,se todos fizessem isso,melhoraria e muito o atendimento..
inclusive uma vez fui tão mal atendida,e ao reclamar pro gerente ele riu e disse:se achou ruim,nos processe..acredita nisso???é um absurdo!!!eu boicoto estabelecimentos assim e convido a familiares e amigos a fazerem o mesmo.
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