por Arno Schleder
Em 1867, durante a guerra de unificação da Itália, lutou o grande líder Giuseppe Garibaldi, herói de dois mundos. Além da mulher Anita (brasileira), também lutou outra grande mulher de origem russa. Chamava-se Helena Petrovna Blavatsky nascida em Ekatórioslav ,“Ucrânia”. Blavatsky foi ferida na Batalha de Mentana no dia 2 de novembro lutando ao lado de Garibaldi.
O final do século XIX, onde transcorre a vida de Blavatsky, caracteriza-se pelo aparecimento da ciência moderna. O materialismo era evidente nos mais diversos campos. Foi o período áureo da Inglaterra, da Rainha Vitória, das missões religiosas cristãs para converter os infiéis; do nascimento das estradas de ferro e grandes fábricas inglesas, começando a poluir a paisagem; do trabalho escravo de mulheres e crianças. Foi o período da iluminação a gás, do cancã e da valsa, dos espartilhos, dos grandes debutes, das sobrecasacas e das barbas fartas. A moral era a vitoriana. Escolhiam-se as palavras para que não houvesse perigo de falsas identificações com o corpo humano. Foi a grande era da depravação. Dos grandes interesses comerciais. O “deus todo-poderoso” era o dinheiro. Em seu nome procurava-se modificar os hábitos e tradições dos povos submetidos ao colonialismo. Tudo aquilo era a favor da manutenção de um estado de dependência, de conformismo. Tudo que podia fazer despertar a consciência dos valores culturais próprios dos paises dominados, era perseguido.
Convém lembrar – para ficar bem caracterizado, o clima em que Blavatsky viveu – que as guerras do ópio nas quais a Inglaterra tentava manter a sua supremacia na China, graças ao enfraquecimento da moral de um povo, tinham ocorrido há pouco tempo. É esse um dos inúmeros episódios trágicos que caracterizam a triste história dos chamados povos civilizados. K.M. Panikar na obra clássica “A Dominação Ocidental na Ásia”, descreve toda a brutalidade da perseguição aos “heréticos” na Índia.
Muito antes da Inquisição (1560), já os tribunais eclesiásticos condenavam os heréticos para roubá-los de suas propriedades. A ponto de Camões se revoltar, dizendo: “Vós que o título de mensageiros de Deus usurpais, acreditais deste modo imitar São Tomás?”.
Uma prova da total iniquidade, e ao mesmo tempo, do pouco valor das tradições ocidentais em povos que possuíam a essência da sabedoria em suas veias, está no fracasso da evangelização em massa feita nos últimos quatrocentos anos. Blavatsky denuncia esse fato em vários trechos de sua obra. É a grande revolta contra a supressão do sublime direito de cada um ser ele mesmo.
Helena Petrovna Blavatsky que enfrentou os preconceitos e a ignorância, foi perseguida. A sabedoria oriental deve a ela a sua redescoberta e revelação. Blavatsky influenciou Gandhi e Nehru. Previu a bomba atômica e mostrou o poder oculto do som. A sua obra monumental, “A Doutrina Secreta” foi laçada em português no Brasil em 1974.

Helena Petrovna Bravatski lutou ao lado de Giuseppe Garibaldi na unificação da Itália.

A máquina à vapor surgiu na era vitoriana.

Musa da era vitoriana.

Rainha Vitória.

Mulheres vitorianas: moda rica em detalhes.
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Agressividade (e baixaria) em nada contribui para a discussão do tema… Que pena por você não conseguir manter o nível…
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sou bem eu que tenho que ser elegante!!!!!!!!!!
me mato rindo com vc!!!!!!!!!!!!!!
rararararararararrararararrarra
e como vc sabe que eu nao tenho namorado, quer que eu apresente pra vc???
nao gosto de coisas frescas, faço outras coisas!
queridinho!
auau
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Cara Gabriele,
A sugestão foi apenas por uma questão de brasilidade e civismo. Pois, obsertvamos que em algumas ocasiões ficamos até mesmo embevecidos com feitos e fatos que ocorreram tão distante daqui que pouco ou em nada influenciaram os destinos deta nação. Quando podemos buscar feitos e/ou fatos históricos importantes com reflexos diretos na nossa sociedade conduzidos e capitaneados por compatriotas nossos… Daí, a sugestão. Já que você faz parte do fã-clube do autor da coluna e, pela agressividade, deve ser a de matrícula número um; por favor, peça a ele para realizar a pesquisa histórica sobre Maria Quitéria e verá que ela, em nada, sai perdendo para Blavatski… Que possamos nos deleitar com sua pesquisa histórica que, com certeza, nos beneficiará e muito com isso… Não sabe brincar, não desce pro Play… Já tentou acupuntura? Ou um namorado? Tem que dominar isso, colega!
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… acima de tudo, elegância.
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Vamos buscar um nível mínimo de educação. Sugeri a figura histórica em tela, por julgar ter, também, uma trajetória tão admirável quanto a de Blavatski e Anita. E mais, por ser brasileira… Nos perdemos, muitas das vezes embevecidos, em contos tão distantes e nem nos demos conta dos feitos e fatos históricos produzidos aqui, por brasileiros… Agora, reafirmo, elegânca, acima de tudo!! Não sabe brincar, não desce pro Play… ~Já que faz parte do fã-clube do autor e, por conta da agressividade, deve possuir a matrícula número um; peça a ele que faça uma pesquisa histórica sobre Maria Quitéria e nos deleite com aquilo que ELE viu, pesquisou e não com o que VOCÊ acha… ainda bem que vivemos em uma democracia, senão os cães da pseudo-legalidade já estaria rosnando para mim… (risos)
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depende, muito da pessoa e do seu histórico!
mas, é muito interessante conhecermos sobre outras pessoas, mas é uma de cada vez, e eu quis me expressar assim, e assim fiz.
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Minha cara gabriele, estás pegando muito pesado, seja mais razoável, pois ele apenas estava dando uma dica, uma opinião. E acho que você também é de acordo, em deixar cada um se expressar não?
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Pq a coluna nao é sobre ela!!!!!!!!!!!!!
e sobre outras mulheres, e quando se for falar de todas nao tem pra proxima coluna!!!!!!!!!!!
um dia chega a vez dela, mas se tu ja sabe quem foi, nao precisa ele escrever!
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Por que não falar de Maria Quitéria?
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Facinante! Adoro quando o senhor escreve sobre história. Acho que é de fundamental importancia, conhercermos cada vez mais sobre a historia do brasil e do mundo, e sabermos que nao existe so Anita, e sim outras mulheres que marcaram epocas.
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