Ricardo Bernardo
Existente desde os anos 60, somente a partir da Lei 10. 639, de 9 de janeiro de 2003, que o Dia da Consciência Negra ganhou maior ênfase. O 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares, grande líder da resistência à escravidão, é utilizado para rememorar a opressão sofrida pelos africanos e seus descendentes desde os primórdios da história do Brasil. Além do mais, serve de afirmação da cultura afro na sociedade nacional e contraponto ao 13 de maio, considerado um ato nobre pelas classes dominantes e conservadoras.
A abolição da escravatura, em 13 de maio de 1888, não beneficiou os negros. Ela atendeu exclusivamente aos interesses de latifundiários do setor cafeeiro, que viam na mão-de-obra assalariada dos imigrantes europeus maiores vantagens, pois esses, ao receberem pelo trabalho, não se rebelariam ou fugiriam, como seguidamente acontecia com os cativos. Era mais lucrativo pagar para ter trabalhadores apaziguados, onde o resultado final compensaria todo o investimento.
Desde 1850, com a Lei Eusébio de Queirós, que findou o tráfico negreiro, o Brasil recebia pressões internacionais para terminar definitivamente com a escravidão. Defendia ferrenhamente esse objetivo a Inglaterra, que por ser a maior potência da época, teria um aumento significativo de seu mercado consumidor através da introdução do trabalho assalariado. Em contrapartida, ninguém estava preocupado com a causa humanitária e social, afinal, o Brasil foi o último país da América a abandonar essa prática.
Mesmo após a liberdade, o negro encontrou enormes dificuldades de levar uma vida digna. Ao contrário de outros grupos étnicos, não recebeu terras para produzir e comercializar excedentes, precisando vender sua força a um preço baixo, ou seja, continuou praticamente na mesma situação de antes. Sem acesso à educação, os que tentaram a vida na cidade ficaram à margem da sociedade, vivendo em condições precárias nas periferias das metrópoles surgidas no final do século XIX.
Portanto, o 13 de maio representa pouco para o movimento afro, pois o governo imperial apenas “libertou” os escravos, mas sem reparar os quase quatro séculos de exploração. Assim tornou-se muito simples assinar a Lei Áurea, deixando de lado as condições das pessoas “beneficiadas” pela mesma. Acreditar que a escravidão foi abolida pela generosidade da Princesa Isabel é muita hipocrisia, caso não fossem as pretensões inglesas e de alguns cafeicultores descontentes, ela teria continuado por muito mais tempo.
No mesmo período, atenuava-se o preconceito racial. Como eram detentores de pequenos lotes agrários, os imigrantes julgavam-se superiores aos negros, embasados por leis locais que favoreciam o estabelecimento de famílias européias no país. Tal sentimento de superioridade foi perpassado de geração em geração e até hoje está presente, com atitudes racistas proferidas, na maioria das vezes, por descendentes de clãs oriundos do velho continente.
Dessa maneira, merece destaque o Dia da Consciência Negra, transcorrido no último sábado. O ideal seria não precisar de uma lei para reconhecê-lo, mas que o significado estivesse presente na memória de todos. Os povos afros desempenharam valiosa contribuição na construção da identidade brasileira, a partir de seus costumes, crenças, músicas, vocabulário, culinária, entre tantos outros fatores. Não se pode negar também sua herança genética, presente nas características físicas de muitos cidadãos tupiniquins.
Assim, o 20 de novembro constitui-se como uma forma de lembrar a importância do negro para a formação do país, a luta pela igualdade e o fim dos preconceitos. É necessário que essas reflexões não se restrinjam somente a uma data específica, mas estejam presentes sempre, pois um grupo étnico com uma história tão rica merece o respeito de todos, o ano inteiro.
Popularity: 2% [?]






























Sr. Felipe:
Já ouviu falar em adubo papel, calcário papel e outros escândalos que enriqueceram alguns poucos na tal “revolução verde”, onde o dinheiro era distribuido a lá farta, com fiscalização caolha para uns, com o Brasil pagando a conta até poucos dias atrás?
Vote!
1
0
GAlera….queria parabenizar por este espaço e pedir aos diretores do guia q abram mais espaço para estes debates, de ideias e ideologias, a Coluna do Ricardo é sempre bem vinda….e queremos mais….Valeu e abraços… (de baboseiras o universo virtual já tá cheia e até aki dentro mesmo…ehehehe)
Vote!
0
0
Bah Felipe. Admiro a sua intenção de discutir sobre assuntos variados, muitos dos quais vergonhosamente ignoro, por isso não opino. No entanto, mencionastes os planos de governo voltados para a agricultura nos anos 70. Já estudastes a fundo mesmo quais eram as verdadeiras intenções destas políticas agrícolas? Já ouvistes falar da Revolução Verde e as implicações causadas por ela no cenário agrícola brasileiro? Sugiro que pesquise um pouco mais sobre o assunto. Apenas sugiro, pois tenho certeza que preferes a busca de informações à repetição de cartilhas prontas.
Cordialmente.
Vote!
0
0
Tá bom foi o Maluf que fez!
Vote!
0
0
Tá bom Felipe, na década de 70 tudo era uma maravilha, nunca tivemos uma democracia tão avançada como aquela…
Há! E em 64, com o megatraficante Jango, o país viviam num medonho terrorismo, sendo salvo pelo golpe, digo, revolução!
E quem pensa diferente “não tem argumentos”…
Vote!
0
0
” naqueles dias sobrios para democracia,”
Sem argumentos, apelam para o senso comum gramsciniano!!
Sombrio é o que os cariocas estão passando. O mesmo terror que os terroristas/guerrilheiros/baderneiros/anarquistas infligiam na população daqueles idos anos!!!!!!!
Vote!
0
0
A crise econômica foi mundial.
Foi causada pela questão do petróleo. Como consequência as taxas de acumulação de capital, bem como a massa de lucros foram abruptamente reduzidas, o que resultou na estagnação do
crescimento econômico de diversos países, entre eles o Brasil.
Foi uma crise estrutural também. O período em questão aumentou mais de 500% a força de trabalho empregada em tecnologia. O avanço tecnológico elevou a composição orgânica do capital, que cria uma tendência à queda da taxa de lucro.
Por que? Por causa que os métodos adotados implicam em diminuição do trabalho excedente para um mesmo volume de capital aplicado. No centro da crise estava essa questão. A desestruturação dos mecanismos que garantiam a acumulação de capital anteriormente fez com que a massa de lucros se reduzisse e deixasse de compensar a queda da taxa.
mas no cerne do debate estava a questão das AÇÔES governamentais. É INEGÁVEL que nos anos 70 foi a única passagem de nossa história recente que foi dado a atenção merecida aos agricultores e principalmente aos professores.
Vote!
0
0
O dinheiro fácil para agricultura, distribuido à lá farta naqueles dias sobrios para democracia, um dia cobrou a conta e, inclusive, propiciou a crise econômica que colaborou para a queda do regime militar.
Vote!
0
0
“algum momento da história essas pessoas foram humilhadas”
Negativo. Algum dia os possíveis descendentes dessas pessoas foram humilhadas! Acho que nenhum ex-escravo está mais vivo! Várias pessoas que se dizem brancas, descendem dessas mesmas pessoas que foram humilhadas! Que legitimidade uma tem sobre a outra? Por que o fenótipo deve prevalecer sobre o genótipo?
2) Governo dos anos 70:
- FUNRURAL ( Fundo de apoio ao Trabalhador rural)
- BNH ( Banco nacional de Habitação)
- FUNAI ( Fundo Nacional de Apoio ao Índio)
- SUDAM ( Superintendência de desenvolvimento da Amazônia)
- SUDENE ( Superintendência de desenvolvimento do Nordeste)
- FGTS ( Fundo de Garantia de Tempo de Serviço)
- INPS ( Instituto Nacional de Previdência Social)
- MOBRAL (Movimento Brasileiro de Alfabetização)
- Merenda Escolar ( Obrigatória e gratuita em todas as escolas e indústrias do Norte/Nordeste)
- INAMPS (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social )
- Ministério da Assistência Social
- FAS (Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Social)
- SUCAM ( Superintendências de Campanhas de Saúde Pública)
PIASS (Programa de Interiorização de Ações de Saúde e Saneamento)
- IAPAS ( Instituto de Administração Financeira da Previdência e Assistência Social )
- LBA ( Legião Brasileira de Assistência)
- FUNABEM ( Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor)
- Institutos de Física (pesquisadores atrídos de volta para o Brasil)
- Agência Espacial Brasileira
- EMBRAPA ( Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias)
- Plano de Educação Continuada para Adolescentes e Adultos
- Programa de Educação Integrada
- Programa Cultural
- Programa de Profissionalização
- Programa de Diversificação Comunitária
- Programa de Educação Comunitária para a Saúde
- Programa de Esporte
- Programa de Autodidatismo
Ah, e os professores ganhavam MUUUUUUUUUUUUITO bem!
3) Chegamos no cerne da questão levantada no texto. A historiografia predominante, o marxismo, omite intencionalmente todas estas informações. Por isso é preciso pesquisar, conversar com aqueles muitos brasileiros que viveram a época.
Por tudo isso demonstrado continuo afirmando que o governo dos anos 70, apesar de todos os problemas do mundo na época, foi o único governo a pensar no agricultor e no professor!
Vote!
0
0
Prezado Gabriel.
O dia da consciência negra, assim como qualquer outra data, não é para diferenciar a classe ou para diferencia-los dos demais, mas para lembrar que em algum momento da história essas pessoas foram humilhadas, ou tratadas de formas desumanas. Por isso, julgo muito importante que exista esses dias para a reflexão, para que todos avaliem que a cor da pele, hoje, não é fator determinante, mas que algum dia foi…
Vote!
0
0
Felipe Diz:
Porque o governo dos anos 70 foi um dos poucos que realmente preocupou-se com o agricultor e com os professores!
Isso é pra rir ou chorar?????
O MIlagre verde e adubos papeis q ainda hj pagamos a conta…professores q ensinavam o que os intelectuais de 1932 aprovaram ???? Além serem forçados a não ensinarem e sim reproduzirem… AME-O OU DEIXE!…..
Vote!
0
0
Porque o governo dos anos 70 foi um dos poucos que realmente preocupou-se com o agricultor e com os professores!
Vote!
0
0
Não temos ai também uma radicalização dos Democratas? Não estamos buscando uma produção comunista; Na decada de 70 colhíamos 20 sacas/ha de trigo, 25 de soja, 40 de milho! hoje colhemos 45 de trigo, 50 de soja e 110 de milho, no entanto a renda do produtor decresceu nas mesmas proporções.
Vote!
0
0
1) A crítica que fiz do marxismo foi a corrente historiográfica que predominou de 1956 até 1989; e que apesar das constatações no mundo científico ainda é atrativo para um monte de autores.
2) O liberalismo traiu o Iluminismo porque a democracia ainda era incipiente. Com o processo de construção da democracia houve o aperfeiçoamento inegável do sistema.
O liberalismo está diretamente relacionado à democracia. Para desenvolver o liberalismo, desenvolva-se a democracia.
Democracia está no princípio de isonomia e equilíbrio.
E eu estou certo que esta demanda pela “eterna luta de classes” e pela “revolução” dos comunistas é o que estagna a democracia.
Se não fosse o radicalismo do socialismo, teríamos uma democracia muito mais forte!
Vote!
0
0
E as colunas do Ricardo fazendo sucesso, parabéns Ricardo. Tá ai o teu sucesso. Todas colunas com muita repercussão e discussões interessantes.
Vote!
0
0
Felipe:
O marxismo (tomado aqui não somente como os escritos de Marx, mas como uma corrente plural de pensamento filosófico e político) certamente tem os seus limites, (assim como todas as doutrinas filosóficas, que são datadas e, no decorrer do tempo, são modificadas ou superadas por outras mais inovadoras, porque o pensamento não é estanque, mas um fluxo). Quando adotado como doutrina de Estado, foi um horror.
Todavia, certas reflexões trazidas pelo marxismo, se não enclausuradas numa visão ortodoxa, ainda têm importância.
Os conceitos de ideologia e de alienação são ainda fecundos. A conclusão de que há uma relação de contradição/dominação (econômica, política, social, cultural, etc.) entre as diferentes classes sociais também é facilmente verificável.
Mas o limite do marxismo, segundo penso, é a sua tese central de que, grosso modo, no curso da História os modos de produção se sucedem de forma necessária (determinismo), até se chegar no modo de produção comunista, em que a fartura da produção – decorrente dos avanços tecnológicos – vai libertar o homem (sem escassez, não haverá economia, direito, Estado, etc.), havendo uma transposição do reino da necessidade para o reino da liberdade.
Embora o desastre do socialismo realmente existente, não se pode desconhecer que o Estado de bem-estar social somente foi construído em razão dessa experiência. O liberalismo econômico europeu ao trair o iluminismo (fraternidade e igualdade somente para a classe burguesa) se fragilizou politicamente frente aos “estados operários” (sem esquecer da pressão decorrente dos episódios totalitários à direita, nazismo e fascismo, v.g.), tendo de “anuir” à criação, pela constitucionalização, dos direitos coletivos (econômicos, sociais e culturais, a chamada segunda geração de direitos humanos), integrando-os aos direitos individuais (primeira geração de direitos humanos, conquista do iluminismo/liberalismo; tem-se aqui a fundação da modernidade).
Vote!
0
0
POsitivo Operanti Sr. Fulano de Tal…
É fato que a comunidade Judaica sofreu e sofre preconceito por diversos fatores…talves o principal pela questão cultural e de nação sem nação…(Israel é um lixo inventado pela ONU-USA)…Mas a questão é Negro no Brasil tem as mesmas condições do branco? Na conta do Papa entra todos os vermelhos, negros, amarelos, pardos, brancos, gays…etc…etc..etc.. talves o sr. se encaixe numa destas condições!
Vote!
0
0
Cuidado meu amigo; pois pelo o que eu me lembro, os bolcheviques tiveram uma política bastante interessante de hegemonia ética com os judeus, ciganos e estrangeiros. Balance a bandeira vermelha e terá uma surpresa… Vão te botar na onta do papa!!
Vote!
0
0
Ao analisar o contexto da Abolição da Escravatura, o historiador marxista erra em vários aspectos.
Erra ao simplificar a relação existente na época pelo materialismo histórico, pelo “opressor” X “oprimido”. Esquece que havia uma crescente classe média urbana, formada por militares, profissionais liberais, artistas, etc…; que fizeram verdadeira militância abolicionista, influenciando decisivamente.
A mesma simplicidade quanto à Inglaterra. A propaganda abolicionista era enorme. Basta lembrar os esforços do Dr. Livingstone na África, ou da RGS ( Royal geography Society). A pressão inglesa foi muito maior que a relação econômica!
Nós não precisamos focar a História nos grandes feitos, como preconiza o tradicionalismo. Mas o marxismo pelo seu enfoque ideológico, revionista e distorcido da História confere um declínio da História como Ciência
Vote!
0
0
O marxismo teve seu auge na historiografia brasileira até 1989.
Desde a III Internacional, onde decidiu-se pela militância socialista pelo mundo inteiro, o revisionismo histórico chegou no Brasil.
Não que todos tivessem os revisionistas fossem aliciados ou militantes partidários, mas o FUNDAMENTO intelectual estava no marxismo como argumento contestatório do status quo da sociedade brasileira; que por diferir da sociedade da União Soviética ( ocidente X oriente) foi taxada de tradicionalista e reacionária.
Cabe ressaltar a o XX Congresso do PCUS ( Partido Comunista soviético) em 1956, revisou a estratégia de levar o socialismo para o mundo. O modelo estalinista caiu, e os ideais de Gramsci ascenderam. O Congresso aproximou historiadores soviéticos ( partidários do PCUS) dos historiadores do mundo inteiro.
Foi o chamado MOVIMENTO COMUNISTA INTERNACIONAL, responsável direto pela radicalização do mundo ocidental na década de 60.
Vote!
0
0
A resposta mais adequada ao Tradicionalismo, que foca a história em torno das figuras-chave é a Escola dos Annales. Essa corrente difere dos tradicionais por obedecer as regras sociológicas de Weber. Assim sendo, o processo é praticamente o mesmo; mudando apenas o “ator principal”. Agora não mais a pessoa, mas a sociedade em questão. A Escola dos Annales reconhecia o papel dos fatores econômico e social na causalidade histórica; mas não na forma preponderante do determinismo histórico dos marxistas.
Vote!
0
0
Para exemplificar, citemos o caso dos judeus. Os judeus na atualidade travam um confronto contra os palestinos. na visão marxista, os judeus representam o imperialismo, o opressor; enquanto os palestinos são os oprimidos, os marginalizados.
Os marxistas negligenciam o caráter cultural, religioso do conflito; analisando apenas o aspecto econômico.
Erram no etnocentrismo pois analisam apenas unilateralmente ( o lado dos palestinos). São anacrônicos pois analisam o conflito sem levar em conta as peculiaridades culturais e religiosas dos contendores; e trazendo para uma realidade que não pertence a eles. É simplista, e desconsideram o processo milenar de formação da Palestina e dos povos em questão.
Vote!
0
0
O marxismo explica a história pela luta de classes e fatores de produção. É o materialismo histórico.
O marxismo também peca pelas suposições, simplificações e modelos. Eles desconsideram a História como um PROCESSO. Um processo de interações humanas e sociais no tempo.
Simplista, pois tudo resume-se na relação econômica das “elites dominadoras” contra a “massa dominada”.
Desconsideram que exista uma infinidade de relações entre a base e o topo da pirâmide.
Desconsideram a História como sendo construída ao longo dos tempos. Desconsideram o liberalismo como a democracia em aperfeiçoamento.
Ao focar nas classes, promovem um erro facilmente identificado: o etnocentrismo.
Outro erro é revisionar o passado sob a ótica do presente. É o anacronismo.
Vote!
0
0
Olha, afirmar que no Brasil houve escravidão do negro e que, até hoje, há preconceito de cor, não é nenhum revisionismo histórico ou leitura marxista da história, como quer fazer crer o cometarista Felipe.
Felipe quer unidade nacional? Pois para haver unidade tem de superar preconceitos étnicos, de cor, etc., resgatar dívidas sociais. Colocar a cabeça na terra, qual avestruz, não resolve nada.
A melhor forma de se ter unidade é garantir uma economia em que todos participem da produção das riquezas e que essas riquezas tenham justa distribuição.
Zumbi tinha escravos? Talvez, as fontes não dão segurança para uma resposta conclusiva. Mas a questão não é essa, mas sim se Zumbi (quem era um homem da sua época, não um deus) foi ou não um grande líder do Quilombo Palmares, que lutou contra a escravidão do negro pelo branco.
A bandeira é um símbolo. Símbolo de uma Pátria. Para respeitar esse símbolo, a Pátria tem de ser de todos, não somente daqueles que detém poder econômico.
Obs.: não sei como o comentarista Felipe – e seu alter ego, Fulano de Tal – podem fazer uma leitura de fatos históricos como se vivêssemos em plena guerra fria, em que o mundo era dividido entre comunistas e anticomunistas.O muro de Berlim já caiu, mas na cabeça de muitas pessoas ainda há um muro de sectarismo bem sólido.
Vote!
0
0
Na qualidade de Judeu…sei como é ser discriminado e até responsabilizado pelos atos inconsequentes dos outros….há teorias q dizem q o holocausto não existe…e por consequencia a culpa é dos Judeus…assim como já dizem q a escravidão é coisa de preto….e daki um pouco vão dizer o q mais? Q Marx é culpado pelo capitalismo????? Bem a loucos para tudo no mundo…
Vote!
0
0
Briguento ….rsrsrs….White POwer?….o Nazismo nasceu assim…
Vote!
0
0
Felipe e uma utopia POsitivista…
Na verdade ao pregar uma coesão Bilaciana nada mais é q dividir o joio do trigo…coesão só interessa as classe q dominam e não ao povo, pois se assim fosse…o mundo não teria problema algum….pois estes mesmo assim procedem desde q o mundo é mundo. E quanto ao revisionismo histórico, não é revisionismo…é constatação q a história é contada pelos vencedores…aqueles q se abraçam nas bandeiras e brasões pra provar q são mais brasileiros q os outros… um típico reacionário…rsrsrsrs e claro positivista, liberal e qualquer outra teoria de dominação!
Vote!
0
0
Direito iguais sim….nas estatísticas no Brasil…onde se encontra os brancos e negros? quem tem maior grau de alfabetização? Quem comanda as corporações e os grandes centros de poder político e econômico? Onde estão nossos negros? A Maioria na cadeia…será q há igualdade mesmo? Há igualdade de condições? Se sim….vivemos como nossos pais….apenas reproduzindo as velhas ideias reformistas? Não, mas as ideais hegemônicas numa sociedade q esconde seus problemas….
Vote!
0
0
Longa vida a Felipe!!!!! Que a hidra comuna de São Luiz Gonzaga não o devore!!!
Vote!
0
0
4) Mais que uma cor de pele, uma religião, uma opção político-partidária, um regionalismo, a paixão por um clube de futebol; somos brasileiros.
E em novembro, o dia mais importante é o 19. Dia da bandeira do Brasil, símbolo da paz, pavilhão da justiça e do amor!
Concordo com Olavo Bilac quando diz que o Brasil precisa de coesão para haver progresso!
A coesão não se dá pelo sectarismo, que divide irmãos. Mas pela união de pessoas de todas as cores e etnias sob um único e agregador símbolo: a bandeira do Brasil!
Viva o 19 de Novembro.
Vote!
0
0
3) Sou um ferrenho crítico do revisionismo histórico marxista!
Não creio no determinismo e abomino a ideia de “luta de classes”.
Os revisionistas omitem o fundo humanístico dos reformistas que ditaram transformações dignificantes para a espécie humana. Limitam-se ao acusatório do sistema então vigente, o que significa dar um caráter hermético à história, admitindo que as ideias não evoluíram e que ninguém lutou pela justiça; tudo que aconteceu foi fruto da iniqüidade dos governantes e beneficiários do sistema, situação quebrada pelos atuais contestadores. O historiador marxista examina o passado para protestar contra ele, tendo-se a coragem de desconhecer que as iniqüidades foram deseparecendo com a evolução e o progresso dos povos, sob a égide do liberalismo e do que considero uma democracia em aperfeiçoamento.
Vote!
0
0
2) O fenótipo não identifica o genótipo.
Um caso típico é a “Escrava Isaura”. Ela tem o fenótipo BRANCO, mas seu genótipo está longe de pertencer ao dos caucasianos!
As aparências enganam!
Vote!
0
0
1) É preciso analisar o homem por trás do mito!
Zumbi chegou a ter escravos!!!!!!!!!!!!
Aliás os árabes quando chegaram na África subsaariana depararam-se com a escravidão dos negros pelos próprios negros. Os mercadores muçulmanos compravam escravos negros, dos próprios senhores negros!
Nos dias atuais em Camarões, os bantos (grupo étnico de Zumbi) escravizavam pigmeus!
A escravidão é uma mazela, mas esta mazela definitivamente não foi exclusividade de brancos sobre negros!
Vote!
0
0
…Eu sou contra qualquer dia que divida o povo brasileiro. Não é assim que se desculpa pelos erros do passado. É preciso que o governo invista nos lugares menos favorecidos, onde há brancos e negros. Hoje estamos misturados na miséria, sejamos brancos ou negros. Por isso sou contra as cotas universitarias, pois um negro com maior poder aquisitivo tira a vaga de um branco pobre. E mais, a maioria do povo brasileiro é negro, então deveria ser o contrario, ou seja, um Dia para os Brancos…
Vote!
0
0
O dia do negro existe pra lembrar às pessoas o qto eles foram maltratados no passado!!!!! Iguais? Não… eles sofreram muito mais!!!!!
Vote!
0
0
Se o negro quer ser tratado igual aos outros, porque o dia? direito iguais. Pessoa de pele branca, é igual a pessoa de pele preta, não deveria existir diferença, isso já é um racismo criando esse dia. e alem do mais, mais um feriado para quem é atoa não trabalhar. direitos iguais é não ter.
Vote!
0
0