Ricardo Bernardo
Dominar a língua portuguesa é algo complicado, tendo em vista suas inúmeras regras, sejam elas de ortografia, pontuação ou concordância. Porém, certas pessoas, ao escolherem determinadas profissões, precisam se enquadrar dentro das características exigidas pelo respectivo ramo de atuação. No caso dos jornalistas, por exemplo, espera-se que eles tenham um bom conhecimento de gramática, para informarem de forma clara, direta e sem erros ortográficos.
Em São Luiz Gonzaga, esses profissionais não levam a sério tais fundamentos, principalmente àqueles envolvidos com a imprensa escrita. É corriqueiro encontrar palavras incorretas, aonde algumas chegam a ser de forma grotesca, uma verdadeira aberração. As gafes quase sempre passam despercebidas, pois justamente pela falta de conhecimento, os leitores não enxergam o equívoco.
Outra regra básica para produzir um bom texto é evitar ao máximo as repetições. Mesmo assim, conceituado repórter local faz isso, utilizando várias vezes o mesmo vocábulo em um único parágrafo, tornando sua abordagem maçante e sem fluidez. E olha que ele já tem vários anos de estrada! Estaria desatualizado?!
Sem dúvidas, o mais desagradável é encontrar erros advindos daqueles que deveriam dominar a boa e velha língua portuguesa. Jornalista que escreve com falhas não tem o respeito merecido, pelo menos de minha parte. Encontrar o termo “gaúchão”, com acento agudo e til é lamentável. Para piorar, separar a palavra seqüência assim “sequ/ência” é extremamente grave, até as crianças das séries iniciais sabem como é o certo.
Pelo jeito, em seus estabelecimentos, não há ninguém que faça a revisão, e se por ventura ela existe, é fraca. Enquanto publicam dicas de português, quem trabalha no mesmo espaço comete erros crassos que sempre passam batidos. É muita incoerência querer corrigir a população!
A maior de todas as pérolas aconteceu na Semana da Pátria. Na abertura da mesma, certa cobertura jornalística da chegada do Fogo Simbólico acabou indo ao ar como “Fofo” Simbólico. Até hoje deve estar da mesma maneira. Ninguém foi capaz de ler, nem mesmo o autor da matéria, para perceber o pequeno engano. Ler duas ou três vezes antes de publicar é característica de um bom escritor.
Não são apenas os destaques citados no parágrafo anterior que estamparam as manchetes de São Luiz Gonzaga. Há alguns dias, uma importante associação da cidade mandou para a imprensa um informativo que continha “Varejista” com “G”, comunicando sobre o novo horário de atendimento do comércio local no mês de dezembro. Ainda bem que para vender e fazer negócios o cifrão vale mais que a grafia.
Mas ainda apareceram outras preciosidades. É difícil escolher a melhor, entre conciliar com “S”, quiser com “Z”, paralisação com “Z”, Gonçalves com “S”, “artesões”, “cidadões” e “o morto que foi encontrado sem vida”. Não quis manter as autorias originais, exceto dos plurais e da última frase, pois posso ser confundido com os seres peculiares que fazem a minha alegria quando leio as notícias da cidade e região.
Para finalizar a breve reflexão, alguns desconhecem a existência de pontos, vírgulas e acentos. Mas essa história fica para outra oportunidade. Com tanta incompetência dos profissionais de comunicação são-luizenses, eu me sinto praticamente um jornalista. Estou pensando seriamente em me oferecer a uma assessoria de imprensa! Alguém se habilita?!
Por favor, sintam-se à vontade para me corrigirem sempre que for preciso!
Popularity: 4% [?]






























Tomou doril e sumiu???
Vote!
0
0
Ricardo, você está de parabéns!
Os erros existem. Alguns grotescos e outros mais sutis. Mas o mais importante é que você gerou um debate. Isso é fantástico!
Vote!
0
0
porque voces nao falam do esporte de sao luiz e regiao , como os campeonatos de varzea de sao luiz . obrigado. sapucaia do sul
Redação -Olá regis sempre que temos a oportunidade divulgamos, mas por vezes são campeonatos particulares, ou a divulgação é escassa. Obrigado pela dica, grande abraço!
Vote!
0
0
PODER DAS IDEAIS
(me deu uma vontade de acentuar ideias)…NA VERDAEDE isso sexo dos anjos…o q realmente importa a rigides das normas técnicas ou o que as ideais realmente podem gerar…as vezes erros ocorrem sem a intenção…mas o q está nas entre-linhas é q pesa…o nosso colunista na verdade pouco está se importnado com a lingua…mas sim está tentando atingir as pessoas que pelo q saiba, somos um pais de liberdade de expressão mesmo q elas nem sempre sejão devidadmente revisadas…o que mais vale é o teor das contruções intelectuais q os pontos e virgulas q podem faltar ou sobrar no texto… SAÚDO A TODOS Q LUTAM POR SUAS IDEIAS…FELIZ NATAL A TODOS !
Vote!
0
0
Os principais jornais possuem a figura do CONSULTOR LINGUÍSTICO. Uma boa sugestão!
Vote!
0
0
Uma matéria com o título “Nú artístico” chamou-me a atenção. Toda palavra monossílaba tônica terminada em U não leva acento. O certo deveria ser NU.
Em outra chama o juiz de DOUTOR. Pronome de tratamento também é português.
Enfim, o que vale nestes casos é a intenção!
Mas serve para alertar que nós brasileiros desconhecemos a nossa própria língua e que estamos lendo pouco.
Neste sentido, foi de grande valia o alerta do articulista!
Vote!
0
0
Aproveito as palavras do Franqui (o qual não conheço pessoalmente, mas acompanho seu excelente trabalho há muito tempo, desde a época do Blog do Franqui e agora no Papito) para fazer as últimas considerações.
Concordo em muitos aspectos com ele. Recebi uma informação, até então desconhecida, de que a imensa maioria dos profissionais dos meios de comunicação de São Luiz Gonzaga não possuem uma formação superior específica para a área, ou seja, não são jornalistas diplomados! Portanto, peço desculpas ao verdadeiros profissionais da área, pois considerei, equivocadamente, todos do mesmo nível!
Porém, pelo menos aqui na cidade, todos que trabalham com imprensa são considerados jornalistas, aí torna-se fácil generalizar. É o mesmo que acontece com os bachareis de Direito, que já são classificados como Doutores, o que recentemente, em outra matéria, gerou um interessante debate. Assim, minha crítica deve ser focada “naqueles que escrevem nos meios de comunicação” então. Creio que a situação irá melhorar quando as instituições jornalísticas exigirem somente profissionais realmente qualificados.
Por isso a importância do diploma superior para esses profissionais. Jornalista de verdade somente com curso de graduação, através de quatro ou cinco anos de estudo. Caso contrário, alguns aventureiros acabam manchando a reputação de uma classe toda, infelizmente!
Vote!
0
0
Todo debate que vise colocar em pauta temas que tenham alguma utilidade para a comunidade deve ser louvado. Porém, as críticas precisam ser feitas em alto nível e com um mínimo de bom senso.
Não é o caso das afirmações “assassinato da língua portuguesa”, “esses profissionais não levam a sério tais fundamentos” ou ainda ” tanta incompetência dos profissionais de comunicação são-luizenses”.
A generalização, além de injusta e banal, serve apenas para colocar todos os profissionais na mesma “vala”. E mesmo os bons profissionais cometem erros de português, que é uma das línguas mais difíceis e complexas.
Para quem não é do ramo, sempre é bom lembrar que há uma enorme diferença entre um profissional de um grande veículo de comunicação e um jornalista que atua numa cidade pequena. Enquanto o primeiro muitas vezes tem um dia todo, às vezes semanas até, para fazer uma reportagem apenas, o segundo tem que realizar dezenas de tarefas num único dia, sempre correndo contra o relógio.
Tenho certeza que Ricardo Bernardo escreveu sua coluna com a melhor das intenções. Mas tambem sabemos que de boas intenções o inferno está cheio.
Finalizo meu comentário com um questionamento. O que o leitor prefere: Uma informação precisa e comprometida com a ética, com alguma incorreção gramatical; ou um texto primoroso, mas servindo a interesses excusos, sejam eles políticos ou econômicos?
Um abraço!
Vote!
0
0
Luís Neves, o correto é:
“Caro Ricardo, parabéns pelo texto!”
Ou seja, não há vírgula depois do “caro” e nem ponto depois do “Ricardo”….
Nas demais correções, parabéns pelas observações.
Abraço!
Vote!
0
0
Erro de português é até aceitável! O que eu não aceito é erro histórico! Mas o colunista foi humilde ao aceitar as críticas de cunho históricas, tenho certeza que absorverá muito das críticas gramaticais!
Deixo uma máxima latina:
“Inops, potentem dum vult imitari, perit.”
Vote!
0
0
Caro Luiz Neves, vamos com calma! Não vamos criticar o colunista pelos erros em seu texto, uma vez que ele deve ter tido “apenas” uma semana para idealizá-lo! Quem merece as críticas suas são os profissionais da imprensa do município, que devem levar longos minutos para pensar, redigir, e entregar seus textos ao revisor/editor, o qual deve ter “apenas” uma dezena de matérias e textos para revisar. Com certeza, o colunista está em seu direito de criticar. Aliás, ele deve ter trabalhado em todos os órgãos de imprensa da cidade para ter formulado sua opinião de que “jornalista que escreve com falhas não tem o respeito merecido, pelo menos de minha parte”.
PS: Se ele conseguir o cargo de assessor de qualquer órgão público, poderá ter o “curto” prazo de uma semana para escrever sua matéria!
Vote!
0
0
Caro, Ricardo. Parabéns pelo texto!
Realmente os profissionais que se utilizam da língua escrita cometem vários erros. Começando pelo teu artigo.
No primeiro parágrafo, o verbo “informar” está incorretamente colocado no plural, uma vez que já há outro verbo no plural antes, no caso “tenham”, e neste caso o segundo sempre fica no singular. O certo então é “informar” de forma clara…
No segundo parágrafo, a palavra “àqueles” foi escrita com uma crase que não se utiliza mais.
No quarto parágrafo, você usou trema em “sequência”, outro ítem que caiu em desuso com a reforma ortográfica.
E no quinto parágrafo, a palavra “por ventura” está erroneamente escrita separada. O certo é “porventura”.
E nem vamos falar das vírgulas mal colocadas.
E que fique bem claro. Não sou professor de português e vivo escrevendo errado também.
Só acho que para fazer uma crítica neste nível, o autor deve ter um pouco mais de cuidado.
Pedra no telhado alheio é fácil.
Um abraço!
Vote!
0
0
Concordo com o Ricardo Bernardo.
É claro que erros de grafia sempre irão ocorrer, ainda mais com a grande complexidade da Língua Portuguesa.
O problema é que os erros estão demais, é realmente de assustar a quantidade de equívocos cometidos nos nossos jornais.
Acho que o texto do Ricardo é oportuno, principalmente para que os nossos jornalistas prestem mais atenção nesse aspecto da notícia, correção ortográfica.
Erros sempre existirão, mesmo que se façam mil revisões, mas é possível melhorar um pouco, do jeito que está não pode ficar.
Por fim, deixo uma dica de como melhorar a escrita: leitura.
A pessoa que quer escrever bem precisa ler bastante.
Nossa biblioteca municipal oferece ótimas alternativas de leitura.
O importante é adquirir o hábito da leitura.
Depois, a pessoa sempre vai sentir falta de estar lendo um livro e, com certeza, vai escrever melhor.
Vote!
0
0
Júlia, discordo de você!
Para ser imprensa escrita, basta obviamente estar escrito em algum lugar, portanto o Guia São Luiz e as mídias digitais se encaixam nesse ramo. Não é unicamente aquilo impresso em um pedaço de papel. Pelo jeito os nobres comentaristas ainda não tinham percebido isto!
A partir deste ponto, em São Luiz Gonzaga existem seis (6) portais que trabalham com a imprensa escrita e se, como tu afirmas, o Guia São Luiz pode corrigir e editar os erros depois de prontos, os outros também podem. Eles possuem a mesma vantagem! Aí vai do perfil de cada um…
Além do mais, minha análise aconteceu exclusivamente no âmbito digital, afinal, faz muito tempo que não acompanho meios impressos, somente utilizo a internet para ficar por dentro das notícias, sejam elas locais ou não.
Peço desculpas por utilizar algumas redundâncias, mas creio que do contrário não seria entendido!
Muito obrigado pela participação, continue comentando sempre!
Vote!
0
0
Creio que jornalismo seja muito mais do que escrever corretamente. Questões de caráter ético devem estar muito mais em voga do que erros de grafia. Como você escreve em um jornal digital, Ricardo, é muito mais fácil editar e corrigir seus erros depois de prontos. Admiro os jornalistas de impresso que dão a cara à tapa, ao publicarem erros que, muitas vezes, para garantir agilidade a uma notícia, são revisados com pressa.
Não que o Guia São Luiz seja um exemplo de grafia correta, é claro. Erros básicos na construção de texto são frequentemente encontrados e parece que ninguém se importa com isso, além de sensacionalismo, baixaria e erros na apuração dos fatos.
Cara Júlia, já referi nesse espaço que a crítica do Ricardo também nos atinge, sem problemas, creio que o mais importante é informar, comunicar. Quanto ao fato “baixaria” acontece em alguns comentários de leitores; erros em apuração de fatos raramente aconteceram, mas logo que percebidos foram corrigidos. Só não me agrada a alcunha de sensacionalista. Tenho fotos de todos os homicídios, suicídios, muitos acidentes e outras do gênero no último ano em São Luiz Gonzaga. Não uso fotos mais chocantes em respeito ao público que nos assiste. Imagine quanto teria de acessos com fotos de pessoas mortas!?
Obrigado pela participação e parabéns pelo comentário.
Anderson Amaral – editor
Vote!
0
0
Concordo com Ricardo, diante dos erros de ‘nossos profissionais’, mas vale ressaltar que há erros em seu texto, também. Caro colunista, primeiro arrume-os e depois critique. Não sou nenhuma das profissionais em questão. Mas já que quer expor sua preocupação, exponha com gosto.
Vote!
0
0
Caro Luiz.
Meu objetivo é apenas mostrar o que acontece. Do mesmo modo, fico muito feliz quando alguém aponta os meus erros, pois é uma forma de crescimento.
Basta ler minhas colunas mais antigas para perceber que já cometi muitos equívocos (e de vez em quando outros aparecem, como nesse texto contendo “àqueles” com crase). Portanto, nada de pecado, errar é humano. Porém, espera-se que as pessoas evoluam com o passar do tempo, uma vez que praticando seguidamente, a escrita melhora. Esse é o eixo central da referida coluna.
E quanto aos erros neste espaço, os mesmos são corrigidos assim que são notados. Nenhum de nós está livre deles!
Abraços!
Vote!
0
0
Caro colunista, concordo com vc no que diz respeito aos jornais de sao luiz, que costumeiramente, notamos varios erros. Porem, noto um certo humor acido ao tratar do assunto. Sera que vc já leu alguma materia do guia sao luiz? Sou leitor assiduo do site e ja percebi varios erros gritantes, tanto da reporter quanto do editor. Acredito que o assunto é serio, mas para vc criticar tao ferrenhamente, deveria começar com o proprio site.
Considero o trabalho de todos os profissionais de imprensa na cidade e digo que, apesar dos erros que possam surgir, sempre trouxeram aquilo q é mais importante nas noticia, que é a busca pelos fatos e a verdade.
Seja do Guia Sao Luiz, jornal Missioneiro, A Noticia, R.Sao Luiz, R. Missioneira, todos devem ter uma incessante correria para fazerem suas matérias. Acredito que as vezes os erros podem ocorrer.
Defendo todos os profissionais da imprensa dos atos deste colunista, que, ao inves de colaborar com o proprio Guia, acaba envolvendo o proprio meio de trabalho na sua analise recalcada.
Todos erram. Infelizmente, para o colunista, errar é um pecado.
Um abraço para todos os membros da imprensa sao-luizense e um abraço ao Guia São Luiz!
Abraço Luiz, claro que erramos, dia desses coloquei a temperatura máxima em 345ºC (risos), mas sempre contamos com a colaboração dos amigos internautas que nos enviam comentários corrigindo. Quanto ao texto do Ricardo concordamos com ele, erramos afinal. Gostaríamos de não errar, mas somos humanos.
PS. Os colunistas são livres inclusive para nos criticarem, é a característica maior do Guia, espaço para todos se expressarem.
Vote!
0
0
Olá. Sou jornalista, sãoluizense e prima do colunista. Concordo com a preocupação do Ricardo. Apesar de não atuar no jornalismo impresso do município, já observei erros absurdos e, prefiro pensar que ocorram muito mais por falta de atenção e disponibilidade de revisão, do que por desconhecimento.
Fazer jornalismo no interior não é tarefa fácil, porque a maioria das redações funciona em condições precárias, com poucos profissionais para muitas tarefas. Obviamente que justificar o injustificável não é o meu objetivo. Acredito que uma série de fatores contribuam para a queda da qualidade dos produtos jornalísticos, especialmente os jornais, que são palpáveis e não se esvaem como os programas de rádio, por exemplo, onde também costumamos ouvir absurdos.
Quanto a esses fatores, se percebe a queda da qualidade dos cursos superiores de Jornalismo, onde os acadêmicos se limitam a realizar o que é solicitado em sala de aula e não buscam nada além disso, caindo na prática viciosa de não buscar, não ousar e, principalmente, não checar exaustivamente.
Aliado a isso, a queda dos diplomas também serviu para que as empresas mantenham em seus quadros, pessoas que não têm o preparo adequado para o exercício da profissão. São práticos que, em um determinado momento, perderam o foco, porque nunca buscaram a qualificação.
É preciso deixar claro, que considero o jornalismo sãoluizense um exemplo. Foi a partir das páginas do jornal local, que adquiri o gosto por essa apaixonante missão, que é informar. São d´cadas de prestação de serviços, que não podem ser manchadas por erros grosseiros. Talvez tenha chegado a hora de somar aos esforços dos jornalistas, a qualificação de um bom revisor, abrindo espaço no mundo da comunicação para outras áreas do conhecimento.
Vote!
0
0
Gentileza, publiquem este , o outro texta está com umas alterações..
‘Colunista’ Ricardo. Concordo e entendo sua profunda preocupação em relação a ortografia dos ‘jornalistas’ e ‘editores’, da nossa cidade. É visível que sonhas em ser um, deve se a isso sua objeção aos demais. Certíssimo. Siga em frente! Porém, seja mais incisivo em suas crônicas! Voltando aos ‘jornalistas’, devem eles sim, terem muito cuidado ao redigir um texto para não serem alvos de chacotas posteriores. A palavra ‘jornalista’ é muito mérito dado, e, da o preço maior ao que se vale quando fala do jornalismo de São Luiz. Não é só de ortografia que se faz um jornal. É mais. Não temos um jornalista investigativo, critico e polêmico. Que mostra a sociedade, a realidade dos fatos. Que busca informações de caráter relevante e a expõem para seus leitores. Que tira de baixo do tapete toda sujeira e não sirva de arrimo a alguns. Que se torne independente, sem politicagem, alianças ou troca de favores. Que busca e relata os problemas diários dos cidadãos para servirem de cobranças as autoridades, sejam elas: judiciária, executiva ou legislativa. Alguns que se dizem ‘Jornalistas’, na verdade, não são nem formadores de opinião. Temos um jornalismo amputado, monótono ,e, que ta mais para um folheto informativo. Imaginem se fosse diferente ? Pensem comigo se não seria mais plausível e emocionante de se ler.. ?! Uau
Vote!
0
0
Gabriel.
Creio que não critiquei, mas sim expus o que acontece por aqui. Imagine se os médicos, advogados, professores e demais profissionais começarem a cometer pequenos erros também, que caos não irá virar a sociedade?
Os jornalistas precisam ter consciência que suas produções são vistas por milhares de pessoas, por isso, devem ser fiéis à uma boa escrita. O que pensam os seus professores de língua portuguesa, do Ensino Fundamental e Médio?!
Além do word, o bom e velho Aurélio sempre cai bem em situações como essa!
Muito obrigado pelo comentário respeitoso e continue sempre participando dos nossos debates!
Abraço!
Vote!
0
0
Caro Pois é.
Você realmente é um profundo conhecedor da língua portuguesa. Passou em branco aquele (sem acento grave) pequeno detalhe, tendo em vista que a palavra anterior não exige a preposição “a”, ou ao menos seu fonema. Sendo assim, agradeço-lhe pela participação!
Vote!
0
0
isso ae. os caras não estão nem ae para o português. é lastimável.
Vote!
0
0
O “àqueles” lá no segundo parágrafo não deveria ter crase….
Vote!
0
0
Realmente repetições é um erro que deve ser corrigido. Mas outros casos de erros podem ser feitos, nao por ignorancia, mas por falta de atenção, temos que pensar que em um jornal existem milhões de palavras, e as vezes por erro humano, se passa despercebido, todos tem o direito de errar, um jornal nunca será totalmente corrigido, como acontece com o maior jornal do estado, Zero Hora, quem nunca encontrou erros de português nele??? Erros de digitação acontecem, o que devemos sugerir ao excelente jornal de São Luiz é o uso de corretores de programas de computação, do género do Word, que corrigi os principais erros de digitação . Gostaria de sugerir ao Ricardo uma coisa: acrescentar sugestões e não apenas criticas, espero que não me entenda errado. Obrigado, Gabriel.
obs: “sequ/ência” pode ser pela falta de espaço.
(ignorem erros de concordância rsrs)
Vote!
0
0
O pior é que eu já li num jornal da região a palavra Missões escrita com “ç”.
Vote!
0
0