A fabricação do vinho consiste, essencialmente, em fazer fermentar o suco de uva; parte do açúcar é então transformada em álcool etílico e outras substâncias. A qualidade e o tipo variam segundo a espécie de uva, o clima da região de cultivo, o processo de fabricação, etc. Os conhecedores classificam os vinhos como apropriados para o aperitivo, refeição, digestivo de sobremesa. Há vinhos brancos e tintos, secos e suaves, clarete, moscatel, sherry espumante, e muitos outros tipos.
A produção de uva no mundo ultrapassa 300 bilhões de litros anuais. A Itália encontra-se na cabeça da lista com mais de 75 bilhões de litros. A Itália e a França além de liderarem a produção mundial de vinhos em quantidade, lideram também em qualidade. Entre os franceses, justamente célebres, há o “Bordeaux’ (clarete, tinto ou branco), o Burgundi branco (em especial o Chablis) e os espumantes Champanhas. Dos Italianos, basta lembrarem o Chianti tinto, vinho de mesa de alta qualidade. Não obstante outras nações da Europa também dão sua contribuição no fabrico de vinhos especiais. Portugal especializou-se nos vinhos de sobremesa: porto e madeira; (sabe-se, porém, que não foram os portugueses que inventaram o vinho do porto e sim os Holandeses), a Hungria produz o famoso Tokai, tinto doce.
Na Espanha originou-se o xirez e sua extensa produção também é conhecida pela excelente qualidade. No Brasil a vinicultura tem progredido rapidamente, principalmente aqui no Rio Grande do Sul onde são produzidos 95% de toda a produção nacional. Fabricam-se no Brasil os vinhos tintos e brancos, porém o destaque maior está sendo para os espumantes, que vêem gradativamente conquistado apreciadores num mercado cada vez mais competitivo em termos de qualidade.
Um acontecimento interessante no mundo do vinho é o espaço no mercado para vinhos “Artesanais” isto é vinho produzido em pequenas quantidades primando sempre pela qualidade, geralmente elaborado por famílias com grande experiência e tradição no setor vinícola, Inclusive aqui nas missões. E aqui reafirmo mais uma vez: “Foi na região Missioneira que foi plantada a primeira videira – redução de São Nicolau, (Padre Roque Gonzales – por volta de 1626). Na Serra Gaúcha a vinha só foi plantada a partir de 1875 – Imigração Italiana. E há quem diga que a umidade da Serra do Mar (Serra Gaúcha é uma ponta da Serra do Mar) não é benéfica para a videira, pois a vinha gosta de muito sol, e a serra passa parte do ano sob forte neblina.
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Muitas vezes as pessoas, compram um vinho por ter uma marca famosa, mas nem sempre a marca famosa é sinal de qualidade e vice-versa, pois não é todo vinho que fica um bom tempo de pé e mesmo assim continua em perfeita qualidade não é?
Parabéns Arno, pois não é todo mundo que fabrica vinhos excelentes e sabe disto sem colocar uma unica gota de vinho na boca.
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