Por Anderson Amaral
Tempos atrás o Ricardo Bernardo escreveu sobre os erros nas produções dos meios de comunicação locais. Nós aqui no Guia tivemos que encarar uma “chuva de pedras”, alguns leitores pensaram que a crítica era nossa, quando na verdade também erramos, erramos mais do que deveríamos. Volto ao tema por achar que o mesmo é deveras interessante.
O erro é um vício no processo de formação da vontade, em forma de noção falsa ou imperfeita sobre alguma coisa ou alguma pessoa. Erramos muito, algumas vezes de forma proposital, outras sem a intenção de errar, mas o certo é que todos erramos e muitas vezes o erro pode ser muito prejudicial a nós mesmos e a outros.
Leonardo da Vinci dizia que quem pensa pouco erra muito, é verdade, mas mesmo pensando somos suscetíveis a erros. Sem esquecer que o erro é algo subjetivo e pessoal, aquilo que é errado pra mim, não necessariamente será errado para outro. Exemplifico: a construção da Usina Hidrelétrica de Garabi, em Garruchos, será um erro ou um acerto dos governos de Brasil e Argentina?
Tem mais: “aqui começou o Rio Grande do Sul”, esta frase está escrita em letras garrafais na entrada da cidade de Rio Grande. Está errada? Eles pensam que não. Pergunte ao pessoal de São Nicolau, “a 1ª querência do Rio Grande”; ou aos itaquienses que intitulam sua cidade como “o portal do Rio Grande”. Quem está errado? Deixo a discussão para outro dia, tome suas conclusões!
A unificação da ortografia da Língua Portuguesa, anunciada pelo Ministério da Educação (MEC), tem levado muitos de nós aos erros, seriam mesmo erros ou ainda há prazo para escrever na forma antiga?
“O maior erro que você pode cometer é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.” William Shakespeare é sábio ao se pronunciar sobre o erro, talvez tenha errado muito e estaria se justificando. Enfim, o que importa é que todos erramos e se todos erramos, todos devemos entender que os erros devem ser perdoados, pelo menos a imensa maioria deles.
Você deve estar pensando em seus erros, ou nos meus, nos do governo, de sua esposa/marido, dos filhos, não importa, se está pensando nos erros cometidos é por que não foi um erro ler este texto, consequentemente não errei ao escrevê-lo. Ou errei? Ou você errou ao lê-lo? Erros, enfim…
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Quando escrevemos não estamos livres de cometer pequenos erros, seja pela pressa, seja de digitação ou mesmo quando dá aquele famoso BRANCO. Nada que comprometa. Mas cá pra nós, existem verdadeiros assassinatos da nossa língua que “machucam” na hora da leitura. Mas… como diz um amigo: o que importa é a comunicação. Será? CERTO OU ERRADO???
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Em se falando no linguajar Missioneiro e gauchesco o google não adianta de nada. Ele não reconhece o que eu digo daí O americano que converso não me entende….kkkkkk
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eu tenho cometido muitos erros gramaticais uma porque não gosto muito de regras. Muitas vezes deixadas pelo colonizador, é sabido que até mesmo pelo contesto histórico pela nossa língua nativa tivemos que nos adaptar com outros costumes da colônia.. De vossa mercê, para você, de voce para vc…. Vai dependendo da adaptação do nosso querido povo. Hoje temos o caso do celular, o meu celular tem uma dificuldade de colocação da pontuação…Se usamos uma configuração diferente no teclado do computador os acentos mudam de lugar. O ponto de interrogação os acentos os ç foram questão de adaptação q ainda estou fazendo essa adaptação….. Muitas vezes pelo mecanismo que requer rapidez na comunicação atropelamos todos os acentos e pontuação… Temos que tomar conta de que a linguagem do jovem também está sendo outra do que a mera formalidade das regras.. Nossa sociedade está mudando os comportamentos…….
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Bom Dia, Meu Amigo!
Mr. Google trouxe-me ao site, ou devo dizer, sítio? Parabéns pelas palavras, sábia Filosofia, embora sejas da História. Ah, já ia esquecendo, errar ainda é humano.
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Agradeço a participação de todos, sinal que não foi um erro abordar esse tema. Semana que vem volto, ainda não sei sobre qual tema escrevo, mas em breve surgirão inspirações. Abraço pra todos (as)!
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seria o caso do “e dai?” usar a palavra errar p/o “ari”..
tipo:vê se me erra!!!!!
kskskkskskskskkskskskskkskskskskk
piadas a parte,quem tem medo de errar não chega ao acerto,que é o que a maioria de nós procura..acertar..
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boa matéria, as vezes se erra tentando acertar, (politica). parece rolou um clima.
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Parabéns!
Gosto desta frase de Billy Joel:.’Minha teoria é de que nossos erros são as únicas coisas originais que fazemos’ Abç, Djanira
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Olha Ari! acho que tu ta errando de foco, não sou professor e tenho pouco estudo por isso me esforço para escrever errando ou acertando eu apenas participo, mas como disse erras de foco ao ficar me analizando, pois, sou casado e muito bem casado graças a Deus e não critico opinião sexual dos outros cada um vive como quer e gosta mas opessoal ja ta achando que tua obsessão por min ja é paixão. CAI FORA TCHÊ vai procurar quem goste.kkkkkkk
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eu erro muito, não queria errar tanto, mas erro no intuito de acertar.
Acredito que e melhor do que aceitar, sem querer muda….
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Lembro do texto do Jovem Ricardo…gosto muito de seu texto…e concordo com a Maria Helena…mas quem digita sabe q é fácil errar…e que a gente mesmo acaba não vendo o erro…é comum e corriqueiro…mas é isso…temos de nos precaver, o q não garante o acerto…Bom texto prof. Anderson.
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bom texto sr. Anderson.
Até o “e daí” aprendeu a escrever certo ou alguém escreveu para ele. Pois, sempre trocava os cedilhas e zês pelos dois esses. Mas, outra teoria, poderia forçar os erros para mascarar a sua identidade. Erros, todos nós cometemos, Eros amou e errou.. ou será que o erro tornou-se Eros?
Eis a questão. To be or not to be…
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Anderson, belo retorno.
Penso que a díade errado X certo se relaciona com padrões criados culturalmente pelo homem. Na natureza não há acerto ou erro, o homem é que, no processo civilizatório, foi criando seus valores essencialmente contraditórios.
Por isso, a valoração produzida pelo homem não é absoluta, mas histórica, ou seja, vai se modificando à medida que as relações entre os homens e natureza (e as relações intersubjetivas) se alteram qualitativamente.
O acerto é uma espécie de ajuste, de busca do mais justo. Um processo de aperfeiçoamento, não algo dado desde sempre.
Exatamente por ser um processo, esse “ajustamento” não é absoluto. Não é razoável adotar aquela máxima “o que é certo é certo e pronto”.
Em todo caso, um acerto/ajuste pressupõe tentativas e erros. E mesmo alguns “erros” mais adiante são havidos como um grande acerto.
Além disso, não se deve rejeitar a fórmula do “fio de Ariadne”, que aponta para a possibilidade de mais de uma resposta “certa” para cada problema (não há necessariamente certo ou errado, mas caminhos diferentes que apontam respostas diversas, porém acertadas).
Um abraço, Charles
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o importante é que errando também aprende.
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Parabéns Andersom excelente matéria. E sábio imortal Shakespeare, disse muito falando pouco.
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Achei o texto muito interessante! Parabéns! Entretanto, penso que, nos órgãos de imprensa, a correção da linguagem deve ser requisito primordial, já que o conteúdo publicado serve de parâmetro para muita gente, inclusive para professores que utilizam artigos e matérias jornalísticas, em sala de aula, para trabalhar os conteúdos programáticos de maneira mais concreta e contextualizada. A adequação da linguagem consite na adoção de princípios e normas do nosso idioma e nas regras gramaticais e ortográficas atuais. Daí a importância dos profissionais que trabalham com a preparação do texto em agências de publicidade, editoras, redações e jornais: copidesques, revisores, redatores, assitentes editorias etc. É uma pena que tais profissões não sejam valorizadas como deveriam.
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Desde que inventaram o acerto começaram os erros!
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Errar todo mundo erra, o importante é saber reconhecer o erro, não insistir nele e mudar para melhor, ter a humildade de aceitar a opinião de outra pessoa, não ser orgulhoso e, principalmente, teimoso.
O orgulho (insistir no erro) não leva a nada, a humildade (reconhecer o erro) liberta.
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