Gaysismo – Coluna do Anderson

Anderson Amaral

———-Há tempos venho pensando em escrever um texto sobre homossexualidade, pois acredito que seja um dos temas mais intrigantes da história humana, até porque pouco se tem de relatos científicos confiáveis de relações homossexuais até o ano 500 a. C.

———Tampouco se encontram declarações de envolvimentos homossexuais nas relações dos nativos que viviam na América antes da chegada dos europeus, mesmo após isso não se tem relatos confiáveis sobre o tema.

———Difícil é escrever sobre relações humanas, no caso específico homossexualidade, sem cair na tentação de opinar de forma que ofenda esta ou aquela opinião. Como nunca fui de ficar “em cima do muro” tenho há muito tempo opinião formada, não gosto de gaysismos.

———Mas o que é um gaysismo? Não sei ao certo, mas uso como expressão para denominar aqueles momentos que um gay, ou uma gay, exagera em seus atos. É aquele escândalo, um gritedo, pulinhos, enfim, como se diz por aí, viadagem.

———-Já trabalhei com gays que são pessoas respeitadoras e sérias, profissionais ao extremo. Trabalharia com eles novamente sem problema algum. Mas também já trabalhei com um professor gay, bichona mesmo. Lembro de um dia que chegou de manhã na escola, na sala de professores colocou as mãos na barriga e exclamou: “gurias amanheci com uma dor no útero”! O que dizer depois disso?

———-Já fui acusado de homofóbico quando escrevi que as forças armadas não deveriam mesmo aceitar gays em suas fileiras, mas hoje até já não penso nisso com muita certeza. Como diz o músico Marcelo Nova: “se o cara é bom profissional o que ele faz com o sexo dele não interessa”.

———-O recado está dado, repito pra quem não entendeu: não tenho nada contra homossexuais, mas não gosto de atitudes extremadas de gaysismo nos locais onde frequento. Por isso jamais irei em uma parada gay, é o cúmulo do gaysismo.

———Para aqueles que se ofenderam, minhas desculpas, mas acredito que tenho direito de não gostar do gaysismo e mais ainda de falar que não gosto disso. Não vejo como preconceito, mas sim como opinião.

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