Nada é mais feio do que a falta de vergonha – Rafael Machado

“Hermanos” vamos rever

E repensar reunidos,

Sobre o que tem ocorrido

E o que está para ocorrer,

No velho mundo – A CORRER

(Desgovernado um horror);

Já que hora é um tremor

De TERRA (a MÃE chirua),

E hora é o povo nas ruas

Contras às leis de um ditador.

Hora é a “ladainha”

Daqueles que tudo tendo,

Acabam sempre querendo

O que é de posse vizinha;

Hora é o pobre que caminha

(mesmo cansado da andança)

Levando em si a confiança

E a velha filosofia

- DE QUE MAIS POBRE SERIA

SE NÃO TIVESSE ESPERANÇA!

Atentados, explosões.

- “Santo Padre”, que assunto!

Parece que andam juntos

(Claro em outras dimensões)

Com as mil destruições

De cunho mais natural;

- Chuvas, secas – temporal

(Todos acima da média!)

- OUTRORA o que foi TRAGÉDIA

HOJE nos é tão NORMAL!

Porém nem só à distância

Acontecem tais horrores,

Pois aqui nos corredores

Que delimitam a estância,

Soube que com certa ânsia

O PATRÃO MUNICIPAL,

Se foi pr’outra capital

(pois gosta de filme novo)

- o DINHEIRO era do POVO,

DESCOBRIRAM, SE DEU MAL!

CONSCIÊNCIA É PARTICULAR

E nem todo mundo a tem

E se pr’uns estarem bem

Outros tem que se ferrar,

O jeito é acreditar

Naquilo que a gente sonha!

- Quero que o leitor suponha

Se estou certo no que creio:

- De que nada é mais feio

Do que a falta de vergonha!

Agora é aguardar

Um futuro mais feliz

E que o povo de SÃO LUIZ

(que não me canso de amar)

Tenha ouvidos pra escutar,

Boa vista para ver

E que NÃO VÁ SE ESQUECER

Disso QUANDO FOR VOTAR!

Rafael Machado – Março 2011.

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