“A Cabana do filho Obama” – Coluna do Arno

         Iguais aos negros trazidos da África para o Brasil, os levados aos Estados Unidos também eram braços escravos para trabalharem nas lavouras. No Brasil os estados do nordeste é que receberam a maioria dos escravos para as lavouras de cana-de-açúcar. Já nos Estado dos Unidos, as terras do Sul receberam os negros para trabalharem nas lavouras de chá e algodão.

              Em 1852, publicou-se nos Estados Unidos uma novela que se constituiu em um dos maiores sucessos editoriais de toda a literatura mundial da época. A editora não conseguia dar conta dos pedidos que chegavam dos principais estados do país. Em poucos meses venderam trezentos mil exemplares.

              Era o sucesso para o livro de Harriet Beecher Stowe, “A cabana do pai Tomás”. O personagem central, Tomás, cujas vicissitudes lograram interessar e comover tantas pessoas, era um escravo negro. A história narrava suas dolorosas peripécias, vendido de um a outro dono, até cair nas mãos de um senhor cruel, quando acaba morrendo de esgotamento e maus tratos. Não obstante, ter sido em toda a sua vida um homem bom e generoso.

           “Sustentamos essas verdades como auto-evidentes; que todo homem foi criado igualmente e que todos receberam do criador certos direitos inalienáveis; que entre esses direitos está o direito à vida, à liberdade e a procura de felicidade”.

             Essa frase contida na declaração da independência dos Estados Unidos (1776), e como situações como as narradas no livro de Stowe, coexistem abertamente nos EUA, criando violenta contradição dentro da sociedade norte americana. E na metade do século XIX, o direito à liberdade, a procura da felicidade e a própria vida era um privilégio exclusivo dos brancos.

            Agora, no início do terceiro milênio, os americanos elegeram “Barack Hussein Obama II” como presidente dos Estados Unidos da América, americano afrodecendente, filho de um negro muçulmano do Quênia. Barack nome árabe, Hussein sobrenome árabe, aliás, o mesmo sobrenome de Sadan Hussein, há pouco condenado e morto na forca como inimigo nº 1 dos americanos.

           Obama não foi eleito pelos negros americanos, pois eles representam apenas 15%da população.  Quem o elegeu foram os brancos acredito; eu que já previam a decadência na economia e as frustrações de suas guerras fundamentadas nas mentiras e armações. (até hoje não acharam as armas Químicas do Iraque, nem encontraram Ozama Bin Laden).

          

Adivinha o que os americanos querem no Brasil...

Recentemente em visita ao Brasil: estão de olho no petróleo do pré-sal e no grande mercado consumidor que é o Brasil hoje.

             O esquema de segurança é descomunal; o fechamento do espaço aéreo, até ministros foram revistados para se aproximar do visitante. Sua equipe armou uma barraquinha a prova de som dentro da suíte do hotel pra fazer ligações telefônicas, sendo uma delas a ordem de ataque das forças da OTAN na LÍBIA.

           E a nossa soberania onde fica? O Brasil é um país em paz com todo mundo. Sem comentário. Quem no Brasil daria um beliscão em Obama, pois a bem pouco tempo ninguém sabia quem era ele? Além de que, nosso povo nunca matou nenhum presidente;  já nos Estados Unidos a história é bem diferente. A lista dos políticos assassinados não é pequena: ( Presidentes ; Abraham Lincoln – 1865 , Jemes Garfild – 1881, William Mackinley – 1901, John F. Kennedy – 1963. Além do Pastor da Igreja Batista e ativista político Martim Luther King – 1968, e também o então Senador Robert F. Kennedy, irmão de John Kennedy, em 1968.

               Certamente é esse o motivo de tanto medo. Eles avaliam todo mundo a partir de si, coitados! Os americanos tentam copiar o Império Romano. Os romanos quando descobriam que  determinado povo possuia ouro ou tinha  jazidas em seu território, atacavam, roubavam o ouro e escravizavam o povo.. Para os americanos a palavra mágica é PETRÓLEO.

             A diferença dos romanos e americanos, é que o Império Romano durou 1000 anos. E o americano??

 

Na foto, dois dos presidentes norte americanos assassinados. E não são todos...

 

 

 

Popularity: 1% [?]

Divulgue!