Sobre a história do mundo – Coluna da Régis

             Agradeça também ao “seu Google” e ao Museu de Israel. Nesse mês estão sendo disponibilizados na Internet, “a toda ou qualquer parcela” da humanidade interessada, reproduções integra is dos originais do Livro de Isaías e Manuscritos do Mar Morto. Caso você não esteja lembrado e refrescando sua memória, os tais Manuscritos foram encontrados entre os anos de 1947 e 1956 em 11 cavernas de Qunram, as margens justamente do Mar Morto, que é alimentado pelo famoso rio Jordão e banha Israel, Jordânia e a Cisjordânia, contendo a água mais salgada do mundo. Eis a origem do batismo no nome. Durante décadas, especialistas trabalharam com afinco (e paixão, sem sombra de dúvidas), salvando, montando e remontando, traduzindo e pesquisando todos os textos contidos nesses pergaminhos. (Ah sim e que incluem Livros Apócrifos.)

              Uma das coisas mais bacanas sobre a história do mundo é que existem pessoas obcecadas (e malucas) o suficiente para dedicarem suas vidas num esforço árduo, de magnitude e importância incomparáveis, ainda que não lhes seja dado em qualquer momento pela sociedade moderna o inestimável valor que mereceriam. É tão complexo, que vou me abster de entrar em detalhes específicos, para não cometer nenhum deslize, continuem pesquisando lá no “seu Google.” (Ainda existe mistério envolto em quantas pessoas escreveram, organizaram e esconderam esse material ultra precioso.)

              De repente você deve estar se perguntando, tá e daí? Qual é a moral da história? O que eu ganho com isso? Qual a diferença que fará na minha existência terrena? Enfim… Confesso amiguinho, que também não faço ideia, porque ao escrever esse artigo e distribuí-lo aos jornais e portais que colaboro semanalmente, tenho noção razoável de quem vai ler – se vai gostar ou não, são outros quinhentos – mas não tenho uma média, menos ainda estatísticas precisas de que tal informação vai ser levada em consideração para colaborar com o “assim caminha e evolui a humanidade”. (Entretanto acho que falar sobre isso é mais interessante do que detalhar a vocês qual foi a “última catota” que o Rafinha Bastos do CQC tirou do nariz e achando que estava abafando, acabou (de novo?) sendo mal educado com a mãe de alguém, em suas piadas!)

              Sabe-se que as profecias do Livro de Isaías se tornaram o alicerce da civilização judaico-cristã, considerando todo o processo (ou contexto) em que se desenvolveu o cristianismo. Hoje graças a esses estudiosos abnegados e persistentes, qualquer um de nós pode dar uma olhadinha on line a hora que desejar. Ou não… Mas se passar um documentário na televisão contando tudo isso aqui (e mais detalhes), não se furtem a dar uma espiadinha… Infelizmente na televisão por assinatura é que documentários extraordinários são exibidos a todo instante.  Aliás, to mentindo, ali no canal TV Escola, que está acessível (sinal aberto), também encontramos preciosidades. Siga o endereço http://tvescola.mec.gov.br/ e confira a excelente grade de programação.

 

 

Régis Mubarak

www.regismubarak.blogspot.com

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