Há um risco constante de acidente nas ruas e nos passeios (calçadas) a que todos estão sujeitos e que todos assistem, diariamente, de braços cruzados;s em que alguém tome providência alguma.
Bicicletas são veículos como quaisquer outros; apenas não são automotores e tem duas rodas, o que não as desqualifica enquanto veículos; portanto, devem acompanhar a mão e o sentido dos demais veículos; além de não poderem ocupar o espaço reservado aos pedestres, que são os passeios ou calçadas. Na prática, o que se vê, são bicicletas andando nos passeios públicos; a qualquer hora e em qualquer passeio, inclusive nas praças; sem consideração alguma com os pedestres; além de andarem na contramão e de cortarem vias preferenciais, sem a atenção devida.
Temos observado que gaioteiros ou charreteiros também estão andando, eventualmente, em sentido contrário ao dos veículos, em vias de mão única.
Na semana passada, estacionei na Venâncio, sentido Centro-Vila Mário, logo abaixo da Salvador; quando de repente apareceu um gaioteiro com gaiota de cavalo, subindo a Venâncio; quando resolvi avisá-lo, pois o mesmo poderia não saber que estava na contramão; assim como se faz a qualquer motorista desavisado ou que, por ventura, desconheça o trânsito da cidade. Quase apanhei; o indivíduo foi mal criado;ainda bem que não entendi a quase totalidade das besteiras que gritou. Até a mulher que o acompanhava, ignorou a presença de uma criancinha que ia ao seu lado e soltou o verbo, malcriadamente. Aliás, isto também é comum com relação aos motoqueiros que, via de regra, se adonam do trânsito e cortam preferenciais, a qualquer momento, sem a mínima consideração com os demais, nem mesmo com a própria vida e, quando chamados a atenção, muitas vezes respondem com gestos obscenos; prática muito comum e usada até mesmo por alguns motoristas, infelizmente.
Para concluir, gostaríamos de lembrar que os motoristas que transportam escolares, além de serem profissionais, enquanto motoristas, e isto já é motivo mais que suficiente para que os mesmos dêem o bom exemplo, ainda transportam alunos, crianças e adolescentes, pessoas em formação e que se espelham no exemplo daqueles que lhe servem de referencial, como agentes educacionais, assim como seus transportadores, pais, professores e demais pessoas públicas. Por incrível que pareça estes motoristas, também via de regra, infringem as leis de trânsito a todo o momento; cortando preferenciais e parando ao meio da rua para, esperar, embarcar ou desembarcarem passageiros.
Como está não pode continuar; precisamos nos reeducar urgentemente. Estaremos alerta, cobrando dos órgãos e das autoridades competentes que se agilizem.
São Luiz Gonzaga, 23/10/2011 – ORCI DOS SANTOS MACHADO.
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Como professora,vejo DIARIAMENTE os motoristas que fazem o transporte escolar infringirem as leis nas portas das escolas.
Pois é gente, aí eu pergunto: a quem cabe fazer valer todas essas leis, que sabemos que existem? Que atitude tomar p/ que os cidadãos cumpram seus deveres (no caso, obedecer as leis de trânsito) antes de exigirem seus direitos???
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Também considero alto risco um visitante andar ou conduzir um veículo, nessa Cidade (nessa porque moro a mais de 2.500Km de São Luiz Gonzaga), porém, gosto de ir de férias para essas bandas, por ainda ter muitos amigos e alguns parentes nessa região missioneira. Cabe ressaltar que uma vez convidei um amigo há uns 10 anos atrás para ir conhecer a região missioneira, enfim… Esqueci-me de avisá-lo sobre os aspectos da sinalização de trânsito, e que o tráfego é de quem chegar primeiro, seja pedestre, ciclista, coletivos, transporte escolar, motociclistas principalmente, os quais andam em alta velocidade sem respeitar nada, nem os parcos sinais existentes, e ainda os usuários das vias e/ou ciclovias e os condutores locais são cheios de razão, e realmente desconhecem o CÓDIGO NACIONAL DE TRÂNSITO (quero crer que não seja culpa das Escolas Formadoras), pois os motoclistas juntamente com os demais condutores fazem verdadeiros rachas na àrea urbana. Sons automotivos em altos decibéis, estacionam em cima de faixa de pedestres, em locais de idosos (sem ser), em locais de deficientes, não respeitam pedestres, andam sem cinto de segurança, não dão setas, aliás, acho que a maioria dos carros vendidos em SLG não esse instrumento de sinalização de direção,enchem a cara nas lojas de conveniências (em postos de combustíveis-ESSO, por exemplo, motociclistas com carona s/capacete e sem habilitação, enfim, faltaria caracteres só para citar as imprudências, e ainda fazem sinais obscenos, proferem palavras de baixo calão quando alguém procura conscientizá-los de que estão errados, isso sem descrever as péssimas condições das ruas, da sinalização, da falta de gestâo pública na aplicação das verbas, em segurança, entre outras… E dessa forma ele nunca mais voltou em SLG, mas, considerou o povo em geral muito hospitaleiro excetuando-se os donos das vias públicas já citados anteriormente. Fica aqui a minha concordância com a coluna do Professor ORCI. Peço ainda aos demais Professores que ajudem nosso povo explicado-lhes que necessitamos dos direitos, mas, é imprescindível cumprir rigorosamente o que determinam as LEIS, pois estas foram feitas e aprovadas pela maioria da sociedade no intuíto de organizá-la de uma forma equânime. Parabéns Orci, pela coragem de enfrentar os descumpridores dos deveres de cidadão.
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Estamos longe de termos um transito que respeite á todos.
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Pois é Prof. Orci, esse é o triste retrato da nossa sociedade: completamente à margem da educação, numa total ignorância.
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