Segundo governador, houve apenas faltas ao serviço
O governador do Estado Tarso Genro falou, na tarde deste sábado, sobre a paralisação dos professores da rede pública de ensino estadual, que teve início após assembleia convocada pelo Cpers na semana passada. “Nossa avaliação é de que não teve greve, teve algumas faltas ao serviço. Isso não nos tira o respeito pelo movimento, mas greve não houve”, disse, durante lançamento da nova corrente do PT, em evento no Cais do Porto, na Capital.
Tarso não quis comentar se os servidores serão chamados para conversar. “Não há nenhuma discussão interna. Recebemos o pedido do Cpers para uma audiência e estamos analisando.”
Acampados em frente ao Palácio Piratini, os grevistas pressionam por uma reunião com a Casa Civil. Na última quinta-feira, eles ratificaram a decisão de paralisar as atividades. No dia seguinte, Tarso sinalizou que poderia receber representantes do Cpers se essa fosse uma exigência para as negociações do fim da paralisação do Magistério. A Secretaria da Educação calcula que cerca de 5% dos servidores aderiram à greve.
Gratificações na Secretaria da Fazenda
Sobre o Projeto de Lei encaminhado em regime de urgência à Assembleia Legislativa e que garante aumento nas gratificações de servidores da Secretaria da Fazenda, Tarso disse que há uma determinação do próprio Ministério Público sobre o tema. “Estamos renovando os salários. Eles (servidores da Fazenda) tiveram um aumento salarial real de 6%, não chega a um terço do que demos para os soldados. O Ministério Público tinha nos comunicado que a gratificação tal qual estava sendo paga não podia continuar”, afirmou.
O projeto incorpora 45% das gratificações aos salários básicos. A partir de 2013, o impacto financeiro para o reajuste, que vai beneficiar mais de três mil servidores da Fazenda, chegará próximo dos R$ 90 milhões.
Nova corrente do PT
A nova tendência política no PT, Socialismo XXI, nasce como a segunda maior do partido no Estado. O grupo é encabeçado pelo prefeito de Canoas, Jairo Jorge, e apoia a pré-candidatura do presidente da Assembleia Legislativa, Adão Villaverde, à prefeitura da Capital.
Do Correio do Povo
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Olá!! Era visto que essa “paralisação” ia dar em nada… Os professores foram maltratados durante od governos Rigotto e Yeda – esta mandou a brigada bater na presidenta do CPERS – a qual teve um dente quebrado… E quanto de aumento o magistério teve durante os oito anos?? Mas, parece que a Rejane esqueceu disso!! O Tarso assumiu o Governo e abriu diálogo com a classe – concedendo uma reposição salarial de 10,91% – o que nao é pouco comparado com os governos anteriores – mas, a meu ver longe do que o magistério merce. E, o Govewrnador e sua equipe estão afirmando que pagará o Piso Nacional gradativamente até 2014. Mesmo assim, a posição irredutível de parte do CPERS…parece estar fechada para o diálogo…Isso mostra uma face muito deprimente desse CPERS…MAS, também tem muita gente que fica em berço explendido e assistindo de camarote os outros se mobilizarem pela luta!!! Veremos…
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Só quem apóia o ambiguo são pessoas que são contra o PT.
Fora isto, acho que nem o filho dele!
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O RS é o estado que menos investe em saúde e educação! Que beleza seu Tarso!
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O PT fazendo greve para o PT e uma ironia do destino………
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Sem querer mudar o foco da matéria, mas já mudando. 5% dos servidores aderiram a greve, eu que achei que os professores eram mais unidos..
Caso os grevistas consigam um aumento, esses 95%, que não aderiram, vão gozar de férias com o aumento no bolso. Enquanto os outros 5% terão que recuperar aula..
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quando o escritório dele era contratado pelo cpers/sindicato e ele recebia bons honorários por isso concerteza pensava diferente.
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